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Estado de Minas PANDEMIA

Vacina de Oxford tem uso emergencial recomendado por duas áreas da Anvisa

Agora, imunizantes avaliados pela agência reguladora serão alvo de ponderações de último setor antes de votação


17/01/2021 13:10

Autorização contempla dois milhões de doses produzidas na China(foto: AFP / Geoff Caddick)
Autorização contempla dois milhões de doses produzidas na China (foto: AFP / Geoff Caddick)
Após o aval da gerência de Medicamentos e Produtos Biológicos, o setor de Boas Práticas de Fabricação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a utilização emergencial, contra a COVID-19, da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com o laboratório AstraZeneca. A sugestão foi dada neste domingo (17/01), durante reunião da agência reguladora para analisar as solicitações.

Em apresentação aos diretores da agência, o setor mostrou dados sobre o processo de confecção das doses do imunizante. Um dos pontos levados em conta foi a inspeção feita no laboratório Serum, na Índia. É lá que foram produzidas as dois milhões de doses contempladas no pedido emergencial feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O responsável pela apresentação foi Fabrício Carneiro de Oliveira, coordenador do setor.

A CoronaVac, ligada ao Instituto Butantan, também obteve aval dos setores de Medicamentos e de Boas Práticas de Fabricação. Agora, ambas serão avaliadas sob o ponto de vista do departamento de eventos adversos, que vai tratar de possíveis efeitos colaterais sentidos pelos cidadãos após a aplicação das injeções.

Será a última rodada de apresentações técnicas. Depois, a reunião chega ao momento mais esperado: a votação da diretoria colegiada da Anvisa. Os pedidos serão votados separadamente. Se três dos cinco dirigentes permitirem, a aplicação estará autorizada.


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