
Do total de ocorrências, aproximadamente 500 quedas de energia causadas por pipas ocorreram na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Foram 164 mil unidades consumidoras com interrupção no acesso à luz.
Segundo gerente de segurança do trabalho da Cemig Lauro Fernando Ribeiro, a prática de soltar papagaio é incompatível com grandes cidades – e pode inclusive ter consequências graves. "Hoje em dia, com a grande quantidade de redes de distribuição nos centros urbanos, a brincadeira de soltar pipas nesses locais ficou inviável. Caso a pipa fique presa em um componente da rede elétrica, a pessoa pode tomar um choque de até 13.800 volts. Por isso, é fundamental que os pais orientem seus filhos para evitar acidentes que podem até matar", destaca Ribeiro.
A recomendação, portanto, é da brincadeira ser feita em campos, longe de qualquer rede elétrica, e que não se tente resgatar objetos entre fios.
Segundo gerente de segurança do trabalho da Cemig Lauro Fernando Ribeiro, a prática de soltar papagaio é incompatível com grandes cidades – e pode inclusive ter consequências graves. "Hoje em dia, com a grande quantidade de redes de distribuição nos centros urbanos, a brincadeira de soltar pipas nesses locais ficou inviável. Caso a pipa fique presa em um componente da rede elétrica, a pessoa pode tomar um choque de até 13.800 volts. Por isso, é fundamental que os pais orientem seus filhos para evitar acidentes que podem até matar", destaca Ribeiro.
A recomendação, portanto, é da brincadeira ser feita em campos, longe de qualquer rede elétrica, e que não se tente resgatar objetos entre fios.
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O gerente da Cemig também pontua que incidentes com pipas são o principal motivo de problemas com a rede de distribuição de energia. "As redes de distribuição e transmissão, bem como as subestações da Cemig, são construídas dentro dos padrões das normas técnicas brasileiras com características e distanciamentos que são seguros. Dessa forma, a aproximação indevida para retirar pipas presas à rede e o uso de cerol e linha chilena são os principais motivos de acidentes com a rede elétrica da companhia", alerta.
A lei 23.515/2019 proíbe a utilização de cerol ou linha chilena no Estado. A legislação, que veda a comercialização e o uso de linha cortante em pipas, papagaios e similares, está em vigor desde dezembro de 2019. A multa para quem for flagrado vendendo linhas cortantes varia de R$ 3.590 a R$ 179 mil (em casos de reincidência). Já quando a linha cortante apreendida estiver em poder de criança ou adolescente, seus pais ou responsáveis legais são notificados da autuação e o caso é comunicado ao Conselho Tutelar.
*Estagiário sob a supervisão do subeditor Fábio Corrêa
