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Estado de Minas PANDEMIA

Prefeitos do Norte de Minas suspendem réveillon e carnaval

Pelo menos 56 cidades da região cancelaram os festejos no início de 2022; segundo líder de associação de municípios, momento é de cautela


07/12/2021 15:53 - atualizado 07/12/2021 17:08

Foto mostra prefeitos reunidos na Amams
Prefeitos do Norte de Minas reuniram na Amams, onde deciram suspender eventos (foto: Luiz Montes/divulgação)
Pelo menos 20 prefeitos do Norte de Minas decidiram suspender os eventos do réveillon e do carnaval 2022, com receio do avanço da pandemia da COVID-19 após a chegada ao Brasil da variante ômicron. A decisão foi tomada em grupo em reunião realizada na sede da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams), em Montes Claros, na tarde de segunda-feira (6/12).
 

Na sexta-feira (3/12) a Prefeitura de Diamantina, cidade histórica situada na Região Central do estado, anunciou a suspensão do réveillon e do carnaval de 2022, também em função do medo de novos casos da COVID-19. 

 

 

No início desta semana, cidades de outras regiões também anunciaram o cancelamento de eventos, afim de evitar riscos de avanço da pandemia. A reunião da Amams realizada na tarde de segunda-feira contou com a participação de 24 prefeitos. 

 

Ainda de segundo a Amams, 12 prefeitos filiados à Asssociação dos Municípios do Médio São Francisco (Ammesf), sediada em Pirapora, também suspenderam os festejos da entrada do ano novo e do carnaval. 

 

Com isso, chega a 56 o número de cidades do Norte de Minas que decidiram cancelar eventos para evitar as aglomerações e os riscos de aumento de contaminações. O presidente da Amams, Jose Nilson Bispo de Sá, prefeito de Padre Carvalho, afirmou o momento é de cautela, sendo recomendado a suspensão de eventos que venham provocar aglomerações.

 

Ele disse que o seu município já tinha feito a  licitação para a festa do ano novo, mas decidiu suspender o acontecimento, por acreditar que nova variante do coronavírus tem um poder maior de transmissão.

 

"Nós temos como prioridade a vida. Estamos lutando contra um inimigo invisível, que ninguém sabe de onde vem e para onde vai. Todos nós gostaríamos de ter as festas, mas temos que olhar para um bem maior, a saúde da população", afirma Bispo de Sá.


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