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Estado de Minas FACADAS

Polícia prende família acusada de matar cantor a facadas na Grande BH

Vítima tinha longo histórico de brigas com os suspeitos, segundo os investigadores. Crime ocorreu em Mateus Leme no dia 29 de maio


08/06/2021 20:03 - atualizado 08/06/2021 20:15

Delegada Ligia Barbieri Mantovani, que lidera as investigações, apontou briga antiga entre a família e o cantor(foto: Divulgação/PCMG)
Delegada Ligia Barbieri Mantovani, que lidera as investigações, apontou briga antiga entre a família e o cantor (foto: Divulgação/PCMG)
 

 

Três pessoas da mesma família foram presas nesta terça-feira (8/6), suspeitas de matar um cantor de pagode em Mateus Leme, na Grande BH. O crime ocorreu em 29 de maio, e as partes tinham longo histórico de brigas.

 

Segundo a Polícia Civil, foram detidos o filho de 24 anos, a mãe de 55 e o pai de 60. A vítima tinha 48.

 

Tudo começou em um supermercado. O jovem avistou a vítima e começou uma discussão. A briga, então, se tornou uma troca de agressões físicas.

 

Naquele momento, o jovem pegou uma faca, que segundo a família seria usada em um churrasco em um sítio, e deu vários golpes na vítima.

 

Depois, a mãe do suspeito também cometeu um crime, segundo a polícia. Ela impediu que a vítima se levantasse, segurando os braços dela.

 

O terceiro detido, o pai, também cometeu um crime, de acordo com a investigação. Ele impediu que a mulher do cantor, que o acompanhava no supermercado, prestasse socorro. O homem deu dois socos nela.

 

Foi o idoso de 60 também o responsável pela fuga da família do local.

 

A delegada responsável pelas investigações, Ligia Barbieri Mantovani, contou que o suspeito e a vítima já tinham desavenças anteriores.

 

"Esses desentendimentos inclusive geraram alguns boletins de ocorrência por crimes de ameaça, agressão e perturbação. Em razão dessas intrigas anteriores, as famílias criaram uma rixa", detalha.

 

Ainda, de acordo com a delegada, há cerca de dois anos, as esposas do suspeito e da vítima chegaram a ter alguns atritos.

 

"Um desses desentendimentos gerou um processo judicial que resultou na condenação de uma delas a penas de prestação pecuniária, pagamento de cestas básicas", acrescenta ao contar que a motivação do homicídio seria vingança.


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