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Estado de Minas VACINAS EM FALTA

Butantan prevê para quinta mais doses da CoronaVac, ainda em falta em BH

Segundo colunista Lauro Jardim, Butantan pretende disponibilizar cerca de 1 milhão de imunizantes nesta semana; aplicação da 2ª dose em BH está paralisada


02/05/2021 20:55 - atualizado 02/05/2021 22:03

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Com vacinas em atraso, completar o esquema vacinal dos idosos é desafio para a PBH(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
Com vacinas em atraso, completar o esquema vacinal dos idosos é desafio para a PBH (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
 

 

O Instituto Butantan deverá entregar mais doses da CoronaVac apenas nesta quinta-feira (5/6). A vacina contra a COVID-19, produzida em parceira com a Sinovac Biotech, está em falta em sete capitais, entre elas em Belo Horizonte.

 

Esse carregamento será de 1 milhão de vacinas. Na outra segunda (10/5), o Butantan prevê entrega de mais 2 milhões de ampolas. Nos dias 12 e 14, mais 2,1 milhões de imunizantes. Ou seja, 5,1 milhões de injeções nas próximas duas semanas.

 

As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”. Em BH, a prefeitura suspendeu a imunização dos idosos entre 64 e 67 anos, com a segunda dose, por falta de vacinas.

 

“A Prefeitura de Belo Horizonte ainda aguarda informações sobre o quantitativo de doses das vacinas que será repassado ao município. A Secretaria Municipal de Saúde fará a retirada das doses assim que autorizada e tão logo tenha este número, novos grupos serão anunciados”, informou a administração de Alexandre Kalil (PSD) em nota.

 

A situação crítica também atinge as prefeituras de Aracaju, Fortaleza, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e Rio de Janeiro.

 

Erro de planejamento

 

Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a escassez acontece por um erro de planejamento do então chefe da pasta general Eduardo Pazuello.

 

A orientação do militar para as cidades foi para vacinar o maior número de pessoas com a primeira dose, o que é criticado também por especialistas.

 

Isso porque o ideal é se guardar em estoque as ampolas para completar o esquema vacinal de todos os imunizados pela primeira vez.

 

Portanto, na prática, é preciso aplicar uma injeção e armazenar outra para ministrar semanas depois.


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