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Estado de Minas ACIDENTES

Veja outros acidentes aéreos que ocorreram no Aeroporto da Pampulha

Nesta terça-feira, uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida em acidente. Veja outros acidentes que tomaram os noticiários no local


20/04/2021 17:00 - atualizado 20/04/2021 22:47

(foto: Arte/EM/D.A Press )
(foto: Arte/EM/D.A Press )
Uma pessoa morreu, vítima do acidente com um avião de pequeno porte no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, na tarde desta terça-feira (20/4). Esse não é o primeiro acidente aéreo na região. O Estado de Minas levantou três acidentes graves que ocorreram nos últimos 18 anos.

(foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)
(foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação)


20/4/2021

De acordo com os bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 14h. A reportagem do EM apurou que, pouco antes do acidente, o avião fazia procedimentos de arremetida na pista do Aeroporto da Pampulha – o piloto suspende o pouso e retoma potência para uma nova decolagem. Segundo o Corpo de Bombeiros (CBMG), havia três pessoas no avião. Uma delas sofreu escoriações. O piloto morreu. A terceira vítima foi retirada em estado grave. 

(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press - 07/09/2020)
(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press - 07/09/2020)


7/9/2020

A turbina de um avião pegou fogo no Aeroporto da Pampulha em setembro de 2020. O acidente ocorreu com um avião de médio porte e prefixo PR-AUR. Ele foi parar no final da pista, para o lado da Avenida Cristiano Machado. O avião pertencia à empresa WRV Empreendimentos e Participações. Os três ocupantes saíram sem ferimentos.

(foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press)
(foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press)


7/6/2015

Um avião de pequeno porte caiu em cima de uma residência no Bairro Minaslândia, Região Norte de Belo Horizonte, pouco depois de decolar do Aeroporto da Pampulha. O acidente ocorreu na Rua São Sebastião, próximo à estação de metrô Primeiro de Maio. Os três mortos eram o piloto, copiloto e um tripulante, que também era piloto.

O laudo emitido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) destacou que o avião estava em "decolagem americana", quando o equipamento ganha altitude de forma abrupta, atingindo 1.700 pés em 15 segundos. A manobra é proibida em áreas densamente povoadas e para pilotos sem habilitação para esse tipo de decolagem.

(foto: Sidney Lopes/EM/D.A Press - 30/09/2009)
(foto: Sidney Lopes/EM/D.A Press - 30/09/2009)


30/9/2009

Um acidente feriu o fiscal de pátio, William Jose Cordeiro, de 46 anos, no Aeroporto da Pampulha, em 2009. William foi atingido pela hélice de um avião, um monomotor Piper PA 28 Cherokee, prefixo PT-DZR, que fazia manobras. Em estado grave, ele foi levado num helicóptero da PMMG para o Hospital de Pronto-Socorro Joao XIII.

William Cordeiro, que trabalha na Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, estava no pátio para sinalizar o local em que a aeronave estacionaria, procedimento conhecido como parqueamento.

O fiscal foi jogado na pista, com o braço direito dilacerado, e com o tórax e abdômen abertos.

(foto: Foto Cristina Horta /Estado de Minas - 17/12/2005)
(foto: Foto Cristina Horta /Estado de Minas - 17/12/2005)


17/12/2005

Um acidente aéreo envolvendo um helicóptero da empresa Helimed, no Aeroporto da Pampulha, mobilizou o Corpo de Bombeiros. A aeronave sofreu uma pane, quando estava a cinco metros de altura. A tripulação, composta por 6 pessoas, ia para uma festa de confraternização de Natal, em Pedro Leopoldo (MG). Todos tiveram ferimentos leves.

(foto: Beto Novaes/Estado de Minas - 11/06/2003)
(foto: Beto Novaes/Estado de Minas - 11/06/2003)


11/6/2003

Houve uma queda do aviao bimotor Navajo, prefixo PTEHH, na Rua Estado esquina de Rua Alcatrazes, no Bairro Jardim Atlântico, na Região da Pampulha, a cerca de 2 km da cabeceira da pista do aeroporto da Pampulha. O avião decolara cerca de 30 minutos antes, depois de uma escala de reabastecimento, com destino a Juiz de Fora, onde deveria ser entregue um malote de dinheiro.

Uma pane no sistema hidráulico de um dos motores pode ter sido a causa do acidente. Morreram carbonizados, o piloto Alexandre Ferreira Lage Goncalves, o co-piloto Rogerio Fernandes Maggi e os seguranças da empresa Proforte, que faziam a escolta do malote de dinheiro, Washington José Leo e Leandro Henrique Palhares.


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