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Estado de Minas CRIMES EM SÉRIE

Seis suspeitos de assalto a agência bancária no Sul de Minas são presos

Os bandidos tentaram roubar mais de R$ 240 mil de uma agência do Banco do Brasil em Nova Resende, em fevereiro, depois de sequestrar uma funcionária


24/03/2021 19:01 - atualizado 24/03/2021 21:16

Operação de combate a crime de extorsão mediante sequestro no Sul de Minas(foto: Gaeco/divulgação)
Operação de combate a crime de extorsão mediante sequestro no Sul de Minas (foto: Gaeco/divulgação)
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio das policiais Civil e Militar, deflagrou operação para combater crime de extorsão mediante sequestro no Sul de Minas. Durante a ação, seis pessoas foram presas, nesta quarta-feira (24/3).

 

A ação aconteceu em decorrência de assalto à agência do Banco do Brasil de Nova Resende, em fevereiro deste ano. Na ocasião, a funcionária da agência e familiares dela foram sequestrados.

Segundo a polícia, os criminosos tentaram roubar R$ 244.028.

 

“Na saída do banco, um dos criminosos foi preso em flagrante por policiais civis e militares que monitoravam a ação, os quais também recuperaram todo o dinheiro, além de duas armas de fogo subtraídas dos seguranças da agência bancária”, informou Gaeco em release.

A partir daí, a investigação identificou, pelo menos, oito criminosos que participaram do crime. “Um já havia sido preso em flagrante e outro estava com a prisão preventiva decretada”, completa.

 

Nesta quarta-feira, seis pessoas foram presas preventivamente, sendo dois em Campestre, um em Nova Resende e três em Alfenas. Além disso, os militares cumpriram sete mandados de busca e apreensão nessas cidades.

 

“Parte dos criminosos eram residentes em Alfenas e Campestre. Os articuladores de Alfenas usaram criminosos de Nova Resende para invadir a agência e também de Campestre para auxiliar no sequestro dos familiares”, explica o coordenador do Gaeco de Passos, Paulo Frank.

 

Presos também são suspeitos de envolvimento em organização criminosa (foto: Gaeco/divulgação)
Presos também são suspeitos de envolvimento em organização criminosa (foto: Gaeco/divulgação)


Segundo o coordenador do Gaeco, os trabalhos não param por aqui. O grupo acredita que há outros envolvidos no crime.

“A gente inaugura uma fase da operação para apurar a participação de mais quatro pessoas. E também para apurar a formação de organização criminosa. Temos indícios que esses presos fazem parte de uma organização especializada na prática de crime de sapatinho. A nossa missão daqui pra frente é investigar a existência desse vínculo associativo entre os autores e participação de novas pessoas no crime de Nova Resende”, afirma.


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