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Estado de Minas INVESTIGAÇÃO

Justiça condena mandante de homicídio em Santa Luzia a 27 anos de cadeia

Homem estava foragido da Justiça, foi recapturado no ES e levado a julgamento. Ele era o comandante do tráfico no Caldeirão do Inferno


04/03/2021 16:03 - atualizado 04/03/2021 16:22

Condenado está preso na cadeia de Santa Luzia e deverá ser transferido para uma penitenciária de segurança máxima(foto: PCMG/Divulgação )
Condenado está preso na cadeia de Santa Luzia e deverá ser transferido para uma penitenciária de segurança máxima (foto: PCMG/Divulgação )

Um homem de 35 anos, que estava foragido do sistema penitenciário mineiro, e que tinha sido recapturado no município de Serra (ES) em outubro do ano passado, foi condenado pela Justiça de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a 27 anos e 10 meses de prisão, pelo crime de homicídio triplamente qualificado, praticado naquela cidade.

A vítima foi um homem de 52 anos, sendo que a mulher dele, de 49 anos, e a neta, de 9, foram vítimas de tentativa de homicídio. Este homem foi o mandante do crime.

No mesmo julgamento, dois outros indiciados, por serem os executores do homicídio, a mando do primeiro, também foram condenados: um de 22 anos, que cumprirá 22 anos e oito meses de prisão; e outro, de 20, condenado a 19 anos e cinco meses de prisão. O crime ocorreu no dia 27 de outubro de 2018, no Bairro Palmital.

 

O mandante tem vários outros crimes, segundo a delegada da Homicídios de Santa Luzia, Adriana das Neves Rosa. “Na época da fuga do presídio da RMBH, em maio do último ano, o homem de 35 anos cumpria prisão pelo crime de tráfico de drogas, além de prisão preventiva em razão do homicídio pelo qual foi condenado recentemente. E ainda respondia, desde 2020, por outro homicídio qualificado, também como mandante.

 

O homem condenado dominava parte do tráfico de drogas no Bairro Palmital, na área conhecida como Caldeirão do Inferno. “Ele é investigado por ter ordenado vários homicídios na região. Por essa razão, considerado de altíssima periculosidade, solicitamos a transferência do detento para um presídio de segurança máxima, distante da capital, diminuindo assim o contato dele com os grupos criminosos que atuam na região, local em que se encontra recolhido desde sua recaptura”, diz a delegada.

 

 

 


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