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Estado de Minas VIOLÊNCIA

Suspeita de homicídio em queixa de desaparecimento em MG

Homem de 39 anos saiu de Teófilo Otoni e se hospedou em um hotel de São Evangelista no final de janeiro


01/03/2021 19:49

O homem desaparecido saiu de Teófilo Otoni (foto) para cobrar, em São João Evangelista, a entrega do documento de um carro que teria comprado (foto: Carlos Eller/Arquivo EM)
O homem desaparecido saiu de Teófilo Otoni (foto) para cobrar, em São João Evangelista, a entrega do documento de um carro que teria comprado (foto: Carlos Eller/Arquivo EM)

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apura o desaparecimento de um homem de 39 anos, que teria saído de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, em direção a São João Evangelista. A investigação aponta para suspeita de homicídio. Para esclarecer os fatos, a PCMG deflagrou a operação Negócio Mortal e, até o momento, o suspeito não foi localizado.

Em 4 de fevereiro de 2021, foi realizada a primeira fase da operação, que cumpriu três mandados de busca e apreensão, além dos trabalhos técnicos da perícia. Na ocasião, foi deferido o mandado de prisão do suspeito, que ainda não foi preso.

“Atualmente, estamos na segunda fase da operação, que consiste na análise do material apreendido, tomada de depoimento de testemunhas, lançamento do mandado de prisão em banco de dados internacionais, graças ao apoio da Polícia Federal com a Interpol", esclarece o delegado Luiz Jardim.

 

Detalhes do desaparecimento

De acordo com as investigações, a vítima saiu da cidade de Teófilo Otoni e se hospedou em um hotel de São João Evangelista, onde teria ido a uma empresa, localizada em um posto de combustível, em 26 de janeiro. No local, ele iria cobrar a entrega do Certificado de Registro de Veículo (CRV) do bem que adquiriu, mas, em razão de uma discussão, o suspeito teria atirado na vítima.

 

"Hoje, podemos dizer que o objetivo imediato é a localização do corpo da vítima, com o intuito de permitir que familiares possam enterrá-lo e prestar as devidas homenagens. Além disso, localizar o suspeito da prática de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, para que, respeitada a legalidade da investigação, possa responder pelos seus atos perante à Justiça”, afirma o delegado.

 

A PCMG esclarece, por fim, que tendo em vista as características do inquérito, notadamente, o sigilo, as informações serão prestadas à sociedade assim que possível, em momento oportuno, assegurando o sucesso da investigação. 


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