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Estado de Minas VALE DO AÇO

COVID-19: Ipatinga vai comprar 400 mil doses da 'Coronavac'

A Prefeitura de Ipatinga enviou o termo de intenção de compra ao Instituto Butantan nesta segunda-feira (21/12) para comprar 400 mil doses da vacina


21/12/2020 18:45 - atualizado 21/12/2020 19:31

A vacina contra a COVID-19 será adquirida pela Prefeitura de Ipatinga para se resguardar de imprevistos do Ministério da Saúde(foto: Divulgação Butantan)
A vacina contra a COVID-19 será adquirida pela Prefeitura de Ipatinga para se resguardar de imprevistos do Ministério da Saúde (foto: Divulgação Butantan)
A Prefeitura de Ipatinga, no Vale do Aço, enviou ao Instituto Butantan, em São Paulo (SP), nesta segunda-feira (21/12), um termo de intenção para aquisição de 400 mil doses da vacina desenvolvida pela gigante farmacêutica Sinovac Biotech e produzida pelo instituto paulistano.

Segundo a Prefeitura, a expectativa é de que o Plano Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, possa atender toda a população ipatinguense o mais rapidamente possível com a vacinação contra a COVID-19. O termo de intenção de compra foi enviado ao Instituto Butantan, como forma de se prevenir contra um eventual atraso no plano nacional.

A secretária de Saúde, Érica Dias, disse que o acordo prevê, em princípio, a aquisição de doses suficientes para vacinação da população ipatinguense em duas etapas. “Considerando os dados epidemiológicos crescentes no município, bem como o número de óbitos e a taxa de ocupação dos leitos, que há algum tempo tem sido na faixa de 95%, o prudente é tentar garantir a vacinação da população o quanto antes".
 
Érica explicou ainda que a incidência de casos por milhão de habitante em Ipatinga classifica a cidade em uma escala de risco muito alto. "Por isso mesmo estamos cumprindo o protocolo de enviar esse termo de intenção ao instituto e aguardamos que eles retornem com sua anuência, para que possamos nos capacitar a efetuar a compra caso se faça necessário”, disse. 

A secretária informou que a SMS está elaborando um Plano de Contingência, com base nos planos estadual e federal, para organização da compra de insumos, como seringas e equipamentos para guarda e armazenamento dos produtos. “Não adianta nos prepararmos para comprar as vacinas se não tivermos os insumos necessários para a aplicação e nem como locais apropriados para armazenar adequadamente o que iremos comprar”, disse.  


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