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Estado de Minas CASA CAIU

Veja vídeo: mais de 670 kg de maconha encontrados em galpão em Minas

O dono do imóvel foi preso e confessou que buscava a droga em cidade do litoral


11/12/2020 11:04 - atualizado 11/12/2020 11:41

Os mais de 650 tabletes de maconha foram levados para a 5ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP), em Uberaba(foto: PMMG/Divulgação)
Os mais de 650 tabletes de maconha foram levados para a 5ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP), em Uberaba (foto: PMMG/Divulgação)
Após uma denúncia anônima, policiais de Uberaba, no Triângulo Mineiro, localizaram mais de 672 quilos de maconha dentro de um galpão localizado no Parque São Geraldo. De acordo com as equipes do Grupo Especializado em Policiamento em Área de Risco (Gepar) e da Ronda Ostensiva com Cães (Rocca), o material estava dividido em 655 tabletes. Sob suspeita de tráfico de tráfico de drogas, três homens (um deles o dono do galpão) e uma mulher foram presos.
 
Ainda conforme o registro da PM, a denúncia anônima detalhou que a grande quantidade de drogas havia chegado, recentemente, em Uberaba, apontando também quem seria o possível dono do galpão e um dos donos da droga.

Os três detidos estariam realizando entregas de parte do carregamento a pequenos traficantes de Uberaba e região, que seriam as pessoas responsáveis por comercializar os entorpecentes para os usuários.
 
Inicialmente, a PM localizou o veículo de um dos suspeitos (um Renault Clio) transitando nas proximidades do galpão. Dentro do carro, que pertence ao dono do galpão, estavam, além dos três suspeitos, a mulher que também que acabou detida. Após buscas no veículo, os militares encontraram cinco buchas de maconha e certa quantidade em dinheiro, sob suspeita de ser fruto da venda de drogas. 
 
Dois dos suspeitos presos preferiram ficar em silêncio. Já o dono do galpão disse que para buscar a droga deslocava de carro até um local que possui praia, dizendo não saber passar maiores detalhes. 
 
Tanto no veículo, quanto nas embalagens das drogas, haviam casca de arroz e um pó branco semelhante a amido. A intenção possivelmente seria disfarçar o cheiro do entorpecente.
 
A Polícia Civil (PC) investiga o crime afim de identificar outras pessoas que fazem parte da quadrilha. 


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