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Estado de Minas COLAPSO

Começa demolição do prédio que tombou em Betim; veja vídeo

Três escavadeiras trabalham na derrubada do edifício, que tombou em 17 de novembro


26/11/2020 10:50 - atualizado 26/11/2020 14:18


O sonho da casa própria de 12 famílias de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, começou a ser demolido na manhã desta quinta-feira (26). 
 
Uma escavadeira hidráulica com braço de 16 metros de altura já trabalha na derrubada do Edifício In Cairo, que tombou em 17 de novembro. Segundo a Defesa Civil, a ideia é que, hoje, a empresa terceirizada contratada para o serviço derrube ao menos  dois dos seis pavimentos da construção para afastar o risco de colapso. Os trabalhos começaram por volta de 10h15 e devem seguir até 18h. Estima-se que todo o procedimento levará 48 horas.
 
Ver galeria . 6 Fotos Após nove dias apreensão entre os moradores do Bairro Ponte Alta, os trabalhos de demolição do Edifício In Cairo, em Betim, na Grande BH, iniciaram na manhã desta quinta-feira (26)Edésio Costa//EM/D.A Press
Após nove dias apreensão entre os moradores do Bairro Ponte Alta, os trabalhos de demolição do Edifício In Cairo, em Betim, na Grande BH, iniciaram na manhã desta quinta-feira (26) (foto: Edésio Costa//EM/D.A Press )
 
Outras duas máquinas foram mobilizadas na empreitada, com braços de 22 e 15 metros. Elas entrarão em ação mais tarde, para demolir os topo e os andares mais baixos. A rede elétrica que atende o Bairro Ponte Alta, onde o prédio está localizado, foi desligada as 8h45 para garantir a segurança do procedimento e deve ser restabelecida por volta de 18h.  

Quinze famílias foram removidas de suas casas por questões de segurança. Uma avaliação cautelar da Defesa Civil estima que a demolição pode abalar até 18 imóveis da região. 
Começa a demolição do prédio em Betim(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press)
Começa a demolição do prédio em Betim (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press)

 
Erguido na Avenida Ayrton Senna, número 548, o edifício abrigava 12 apartamentos, dois por andar. Os imóveis foram vendidos na planta por até R$ 280 mil. A demolição causa grande apreensão entre os moradores da região, que temem ter suas casas comprometidas pelos escombros ou pelo abalo do solo. 


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