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Estado de Minas LESTE DE MINAS

Na onda verde, Ipatinga divulga protocolo para o retorno dos eventos

Protocolo foi definido pelo Comitê Gestor de Crise para a COVID-19 e prevê a reabertura de cinemas, teatros, casas de show e eventos em espaços abertos


20/10/2020 19:21 - atualizado 20/10/2020 20:40

O prefeito Nardyello Rocha e membros do Comitê Gestor de Crise/COVID-19 detalharam o protocolo para o setor de eventos(foto: CGC/COVID-19/Ipatinga)
O prefeito Nardyello Rocha e membros do Comitê Gestor de Crise/COVID-19 detalharam o protocolo para o setor de eventos (foto: CGC/COVID-19/Ipatinga)
O Comitê Gestor de Crise para a COVID-19, constituído em Ipatinga, no Leste de Minas, definiu nesta terça-feira (20/10) o protocolo que deve ser obedecido pelos produtores de eventos da cidade, durante a pandemia do novo coronavírus. Ipatinga está na onda verde do Plano Minas Consciente desde domingo e o CGC/COVID-19 criou o protocolo baseado na flexibilização permitida, alterando o número de pessoas presentes nos eventos e algumas regras próprias, por meio de decreto assinado pelo prefeito Nardyello Rocha.

Em relação a volta às aulas, assunto mais polêmico em Ipatinga nesse período da pandemia do novo coronavírus, o prefeito Nardyello Rocha disse que o CCG/COVID-19 não vai discutiu esse retorno, como forma de não criar aglomerações nas escolas.

Nas regras estabelecidas e descritas no decreto, a flexibilização para o setor de eventos e espaços culturais vai ocorrer com 50% da capacidade nominal determinada pelo Corpo de Bombeiros para os ambientes, desde que essa capacidade não ultrapasse o número de 500 pessoas por evento.

Durante a coletiva, o prefeito Nardyello Rocha explicou que, se o local do evento comportar um público de 2 mil pessoas, de acordo com as normas do Corpo de Bombeiros, a sua capacidade será limitada em no máximo 500 pessoas. Os cinemas e os teatros poderão vender ingressos em número correspondente a 50% de sua capacidade, deixando claro ao comprador que as cadeiras serão ocupadas de forma alternada, uma sim, outra não.

O eventos em local aberto terão ocupação em pequenos espaços, com 8 pessoas em cada espaço. A cada dois espaços, o produtor cultural terá de instalar um banheiro, para evitar filas e aglomeração para o uso de banheiros no local.

Nos shows musicais fechados, realizados em casas de shows, vale a regra dos 50% da capacidade do local, até o número máximo de 500 pessoas. Em todas as situações, o responsável pelo espaço dos eventos deverá exigir do público o uso de máscaras faciais e deverá disponibilizar álcool em gel para todos.

Apesar de ter agradado a maioria dos produtores de eventos e gestores dos espaços de evento, a flexibilização foi considerada precipitada pela produtora cultural Marilda Lyra. "Avalio como precipitada essa medida. Tínhamos que aguardar mais um pouco. Medidas como essa fazem com que as pessoas relaxem com os cuidados. Os números estão caindo, mas ainda não é o momento. Por aqui não vejo nenhuma fiscalização do poder público. Comerciantes trabalhando sem as medidas de prevenção e se você questiona ainda ouve desaforos. Precisamos trabalhar, mas temos que ter segurança para isso", disse.


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