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Estado de Minas PANDEMIA

BH ultrapassa marca de 1 mil mortes por COVID-19

Capital mineira computou 25 óbitos pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, alcançando 1.004 no total. Número de casos chegou a 34.121


01/09/2020 19:01 - atualizado 01/09/2020 19:23

Belo Horizonte levou 156 dias para alcançar a marca de 1 mil mortes pela COVID-19(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D. A Press)
Belo Horizonte levou 156 dias para alcançar a marca de 1 mil mortes pela COVID-19 (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D. A Press)

 

Belo Horizonte bateu nesta terça-feira (1º/9) a marca de 1 mil mortes causadas pela infecção ligada ao novo coronavírus. O boletim epidemiológico e assistencial informa que 25 óbitos pela doença aconteceram nas últimas 24 horas, o que faz o dado total chegar a 1.004.

 

A primeira morte em Belo Horizonte, e também a primeira em Minas Gerais, foi registrada no dia 29 de março – uma idosa de 82 anos. Entre essa data e esta terça se passaram 156 dias. Portanto, a pandemia tirou, em média, 6,4 vidas por dia na capital mineira no período.

 

Quanto ao número de casos, a cidade chegou a 34.121 nesta terça – diferença de 464 diagnósticos para o levantamento anterior, divulgado nessa segunda (30).

 

No levantamento por regionais, a Oeste é aquela com o maior número de mortes: 128, uma a mais que Venda Nova. Na sequência, aparecem Nordeste (124), Noroeste (120), Barreiro (116), Leste (104), Centro-Sul (100), Norte (96) e Pampulha (89).

 

Entre as pessoas que morreram vítimas da COVID-19 em Belo Horizonte, 556 são homens e 448 mulheres. A maioria dos óbitos, 82% (823), é formada por idosos. Outros 15,7% (158) tinham entre 40 e 59 anos; e 2,3% (23) entre 20 e 39 anos.

 

Quanto à cor, 50% das pessoas diagnosticadas com casos graves eram pardas, 26,2% brancas, 9,1% pretas e 0,8% amarelas. De acordo com a PBH, 13,9% não têm cor especificada ainda.

 

Além disso, 97,3% dos óbitos são de pessoas com fator de risco, segundo a prefeitura. Apenas 27 mortes sem comorbidades: 23 homens e quatro mulheres.

 

A idade, cardiopatia, diabetes, pneumopatia, obesidade, nefropatia e doenças neurológicas são as comorbidades mais comuns.

 

Indicadores

 

 

 

Considerado o único indicador ainda fora do cenário mais controlado, a ocupação dos leitos de UTI sofreu queda de 1,3 ponto percentual nesta terça. Com isso, a soma entre as unidades das redes pública e suplementar resulta numa taxa de uso de 57%.  

 

Portanto, esse parâmetro permanece no estágio intermediário, de alerta, entre 50% e 69%.

 

Outro dado que sofreu aumento nas últimas 24 horas é a taxa de uso das enfermarias: de 46,9% para 47,5%. Ainda assim, o cenário é considerado controlado, já que mais da metade dos leitos desse tipo destinados a pacientes com a COVID-19 estão vagas.

 

Quanto à velocidade de transmissão do novo coronavírus também houve crescimento: de 0,98 para 0,99. O chamado fator RT está no limite do controle, já que a partir de 1 o cenário já se torna de alerta (sinal amarelo).


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