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Estado de Minas LIVE NAS REDES SOCIAIS

''A guerra não acabou, mas está caminhando para acabar'', diz Kalil sobre pandemia em BH

Prefeito usou suas redes sociais para conversar com a população na noite desta segunda-feira (13)


postado em 13/07/2020 18:42 / atualizado em 13/07/2020 19:07

Prefeito de BH se pronunciou sobre a pandemia da COVID-19 na noite desta segunda-feira (13) por meio de live nas redes sociais(foto: Reprodução/Facebook)
Prefeito de BH se pronunciou sobre a pandemia da COVID-19 na noite desta segunda-feira (13) por meio de live nas redes sociais (foto: Reprodução/Facebook)

 

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), disse que os números apurados pelo Executivo municipal indicam que a pandemia da COVID-19 “está caminhando para acabar” na capital mineira. A declaração foi dada na noite desta segunda-feira (13) em vídeo ao vivo transmitido pelas redes sociais.

 

“Eu queria dizer para todos vocês que o caminho foi muito longo, mas parece que nós estamos chegando ao final. Ao final de um novo tempo, de uma nova era, que logicamente vai demorar a ser o normal que nós todos conhecemos”, disse Kalil.

 

"A guerra não acabou, mas está caminhando para acabar", completou o prefeito no mesmo vídeo.

 

O prefeito também disse que tem suportado a pressão de comerciantes e de parcela da população para resguardar vidas. Fez, ainda, o comparativo do número de mortes de BH ao de outras capitais da Região Sudeste, que apresentam dados mais elevados.

 

"Eu fui eleito para proteger a população de Belo Horizonte. Para cuidar da população de Belo Horizonte. E definitivamente, independente de eleição, independente de voto, independente de qualquer coisa, eu não vou descuidar dessa população até 31 de dezembro desse ano”, afirmou.

 

Belo Horizonte registra, conforme o último boletim epidemiológico, 10.618 casos confirmados e 270 mortes causadas pela virose. O número de diagnósticos é exatamente o mesmo da última sexta-feira (10).

 

De acordo com o documento, a manutenção na quantidade de casos aconteceu por problemas técnicos na base de dados da plataforma e-SUS, gerenciada pelo Ministério da Saúde.

 


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