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Estado de Minas PESQUISA

Pesquisa mostra desvalorização de serviço de entregadores por aplicativos em BH

Levantamento do site MercadoMineiro comparou preços de 2016 e 2020


postado em 06/07/2020 10:54

Mobilização na última quarta reuniu milhares de motociclistas na Praça Sete, em BH(foto: Edesio Ferreira/EM/D. A. Press)
Mobilização na última quarta reuniu milhares de motociclistas na Praça Sete, em BH (foto: Edesio Ferreira/EM/D. A. Press)
Um levantamento divulgado nesta segunda-feira pelo site de pesquisas MercadoMineiro aponta a desvalorização do serviço de entregadores por aplicativos em Belo Horizonte entre 2016 e 2020. Na última quarta-feira, uma mobilização nacional desses motoboys pediu por valorização e melhores condições de trabalho, principalmente durante a pandemia do novo coronavírus.

Em um dos aplicativos, o MercadoMineiro fez uma simulação de uma entrega de um envelope na cotação padrão da Avenida Raja Gabáglia para a Praça Sete. O valor mais barato do serviço é R$ 10, enquanto o mais caro é R$ 35. A diferença é de 250%, com média de preço de R$ 16,85.

Quando se compara esses números com os dados de 2016, percebe-se que há fundamento nas solicitações. O mesmo trajeto, da Raja Gabáglia até a Praça Sete, tinha preço médio de R$ 18,35, uma redução de R$ 1,50 (ou 8,17%) no valor.

Já o frete para entregar nas proximidades da empresa ficou mais vantajoso. Os valores atuais variam de R$ 9,90 a R$ 35. A diferença é de 253%, com média de R$ 16,05. Em 2016, os serviços próximos têm média de R$ 15,43, o que mostra R$ 0,62 de aumento para atualmente.

Outro ponto importante a se considerar é o preço da gasolina em 2016 e neste ano. Segundo o MercadoMineiro, o preço médio do litro desse combustível em julho de 2016 era de R$ 3,57. Já atualmente o preço médio é R$4,062, com aumento de 13,53%.


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