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Estado de Minas PANDEMIA NA CAPITAL

Boletim atualizado: saiba como está a ocupação dos leitos para COVID-19 em BH

Taxa de uso das enfermarias, que bateu recorde no boletim anterior, caiu no levantamento mais recente. Nas UTI%u2019s, quadro não se alterou


postado em 03/07/2020 18:09 / atualizado em 03/07/2020 18:25

 

Depois de bater recorde no boletim anterior, a situação da ocupação das enfermarias dedicadas à COVID-19 melhorou. Em boletim divulgado nesta sexta-feira (3), com base em informações apuradas na quinta-feira (2), a Secretaria Municipal de Saúde esclareceu que 67% dos leitos clínicos estão em uso na capital mineira.

 

O quadro é seis pontos percentuais inferior ao informado no levantamento anterior, que tomava como base números de quarta-feira (2): 67% contra 73%.

 

Com isso, o indicador deixou a chamada classificação vermelha, considerada a mais crítica da escala de risco. Tal atribuição é dada quando a taxa ultrapassa a marca dos 70%. Com os atuais 67% de ocupação, as enfermarias de BH voltam à categoria amarela, a intermediária.

 

A queda na ocupação se deve, sobretudo, à ampliação da oferta de leitos clínicos na cidade: houve aumento de 842 para 902 enfermarias entre os dois últimos boletins.

 

Ocupação nos leitos de UTI continua no vermelho em Belo Horizonte(foto: Túlio Santos/EM/D.A Press)
Ocupação nos leitos de UTI continua no vermelho em Belo Horizonte (foto: Túlio Santos/EM/D.A Press)
 

 

São 60 unidades a mais para pacientes com quadro menos graves da COVID-19, a síndrome gripal.

 

Nas UTI’s, por outro lado, a taxa de ocupação continua a mesma do boletim anterior: 87%. Houve uma pequena ampliação na oferta, com adição de quatro unidades de terapia intensiva, mas a situação não se alterou e continua no vermelho.

 

No quadro geral de leitos de enfermaria e UTI, computando também as unidades para outras doenças, as taxas são de 69% e 87%, respectivamente.

 

Pandemia em BH

 

Belo Horizonte registra, conforme o último boletim epidemiológico, 7.561 casos confirmados de COVID-19. Desses, 4.934 pessoas se recuperaram (65,2%), 2.458 estão em acompanhamento (32,5%) e 169 (2,3%) morreram.

 

Entre as mortes estão 85 homens e 84 mulheres. Todas essas vítimas apresentavam ao menos uma comorbidade: 118 idosos, 82 cardiopatas, 58 diabéticos, 32 pneumáticos e 20 obesos.


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