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Estado de Minas

Polícia desvenda assassinato de empresário morto em apartamento na Pampulha

Alessandro Cipriano, de 46 anos, estava com os braços e as pernas amarrados com cabos de energia, e com um fio em volta do pescoço


postado em 24/04/2020 16:44 / atualizado em 24/04/2020 17:33

Homem foi encontrado morto dentro de apartamento em BH(foto: Google Street View/Reprodução)
Homem foi encontrado morto dentro de apartamento em BH (foto: Google Street View/Reprodução)
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu nessa quinta-feira (23) o inquérito que apurou a morte de um empresário de 46 anos, ocorrida em julho do ano passado. A vítima foi encontrada morta na residência dela, no Bairro Santa Teresinha, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. Um acusado foi preso, e dois indiciados.

 

Conforme apurado, na data do crime a vítima foi rendida no apartamento em que morava por um dos suspeitos, que, para imobilizá-la, amarrou-a pelos pés e pelas mãos com uma corda. Uma mordaça foi colocada na boca do homem. Por essa razão, o empresário acabou morrendo asfixiado.


Imediatamente após o crime, de acordo com a PC, um homem ligou para os outros dois comparsas, para ajudá-lo a retirar todos os objetos de valor da residência – como televisores e móveis. Depois disso, o trio saiu no carro da vítima.

O celular 

 

Em um primeiro momento da investigação, foi difícil identificar e qualificar os suspeitos. Contudo, foi de grande importância o celular da vítima levado pelos suspeitos. A pessoa em posse do celular informou à polícia de quem havia comprado o aparelho.

A PCMG, então, representou pela prisão temporária do suspeito. Logo, ele indicou outros possiveis participantes do homicídio. Por fim, dois homens foram indiciados pelo crime de latrocínio – roubo seguido de morte.

“Foi uma investigação bem qualificada, com um lastro probatório bem vasto, com imagens, com reconhecimento de várias testemunhas”, disse o delegado responsável pelas investigações, Guilherme Catão.

O inquérito foi concluído com indiciamento dos suspeitos pelo crime de latrocínio, e agora aguarda apreciação do Poder Judiciário e do Ministério Público. Os presos permanecem recolhidos no Sistema Prisional.


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