(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas

Represa se rompe e deixa famílias desalojadas em Novo Cruzeiro

Barragem de água fica a seis quilômetros da área urbana do município. Vários danos foram registrados


postado em 31/03/2020 11:36 / atualizado em 31/03/2020 12:32

Estragos em um dos imóveis da região(foto: Reprodução da internet/WhatsApp)
Estragos em um dos imóveis da região (foto: Reprodução da internet/WhatsApp)

Uma represa localizada em uma propriedade rural, na comunidade de Córrego da Saudade, na zona rural de Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha, se rompeu no final da tarde desta segunda-feira (30). Não há registro de vítimas. As primeiras informações indicam que pelo menos cinco famílias estão desalojadas e houve uma série de prejuízos aos moradores da região.

Na manhã desta terça-feira, equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar de Meio Ambiente e da Defesa Civil se deslocaram para o local, a fim de avaliar os danos e apoiar as famílias atingidas. Elas perderam lavouras, móveis e utensílios. A barragem, conhecida como “Represa do Japonês” fica distante seis quilômetros da área urbana de Novo Cruzeiro (31,2 mil habitantes). O reservatório seria usado para a criação de peixes. 



A represa teve seu volume muito elevado devido às chuvas que ocorreram na região nos meses de janeiro, fevereiro em março. No entanto, o rompimento ocorreu devido à movimentação de máquinas na estrutura. Pessoas que trabalhavam no local perceberam o deslocamento de terra e saíram a tempo, escapando ilesas. O maquinário foi levado pela força da água.

O rompimento da barragem foi registrado por moradores em vídeos, que circulam nas redes sociais. Nas filmagens, testemunhas relatam os prejuízos causados na região, mostrando a água invadindo uma casa, cuja moradora foi avisada a tempo e conseguiu escapar.

O córrego da Saudade, que recebeu todo o volume de água da barragem rompida, deságua no Rio Gravatá, que banha várias comunidades rurais do município de Araçuaí, na mesma região.  Os prejuízos provocados nas comunidades ribeirinhas ainda estão sendo levantados.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)