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Estado de Minas

Incêndio de grandes proporções destrói vegetação em Nova Serrana; veja vídeos

Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo consumiu aproximadamente 10 hectares de vegetação, entre pastagens e pequenos arbustos


postado em 23/08/2019 13:50 / atualizado em 23/08/2019 14:05

Chamas se espalharam rapidamente pela vegetação(foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros)
Chamas se espalharam rapidamente pela vegetação (foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros)

Minas Gerais arde em chamas neste ano. Mais um incêndio de grandes proporções foi registrado no estado. Desta vez, as chamas consumiram 10 hectares de vegetação em Nova Serrana, na Região Centro-Oeste. O Estado de Minas mostrou, na edição desta sexta-feira, que imagens de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram uma elevação de 77% no número de focos de calor em todo o estado, em comparação com o mesmo período de 2018.



O incêndio em Nova Serrana foi combatido durante toda essa quinta-feira. As chamas foram avistadas pelo Corpo de Bombeiros em uma serra. As grandes labaredas se alastravam rapidamente devido ao tempo seco e aos ventos fortes característicos desta estação do ano. O fogo chegou a ameaçar fazendas com criação de gados e uma capela no alto da serra, local que atrai um grande número de turistas.



O combate teve início por volta das 14h. Os militares utilizaram bombas costais, abafadores e sopradores. “Foi feito intervenções em aceiros naturais evitando que o incêndio chegasse com intensidade em locais acidentados”, explicou a corporação. O fogo consumiu 10 hectares de vegetação, entre pastagens e pequenos arbustos. A mata nativa da serra ficou resguardada.

Ocorrências deste tipo estão sendo comuns na cidade. De acordo com o Corpo de Bombeiros, já foram atendidas 170 registros desta natureza neste ano em Nova Serrana.

Incêndios em Minas


Entre 1º de janeiro e o último dia 20, foram detectados 2.699 pontos de calor no estado, contra 1.523 no mesmo período de 2018. O aumento de queimadas em Minas espelha cenário parecido em todo o Brasil, com 74.155 focos neste pouco menos de oito meses, variação de 84,7% em relação a período idêntico do ano passado. Os dados foram extraídos do acompanhamento anual feito pelo Inpe. Realizado desde 1994, o monitoramento capta imagens de baixa (30 metros a 1 quilômetro) e média (10 a 50 metros) resolução espacial para estimar a superfície queimada no país.


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