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Estado de Minas

Newton Cardoso ''fake'': polícia prende homem que usava nome de ex-governador para dar golpes

Segundo a polícia, suspeito causou prejuízo de R$ 43 mil a uma empresa ao adquirir produtos agrícolas usando documentos de Newton Cardoso


postado em 08/08/2019 22:48 / atualizado em 08/08/2019 22:52

Homem deu golpes que somam R$ 1 milhão usando nome do ex-governador de Minas Gerais(foto: Divulgação/Polícia Civil do Mato Grosso do Sul)
Homem deu golpes que somam R$ 1 milhão usando nome do ex-governador de Minas Gerais (foto: Divulgação/Polícia Civil do Mato Grosso do Sul)

 

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul prendeu, nessa quarta-feira (7), Luiz Gustavo Ferreira Lima, de 37 anos, sob a acusação de estelionato. O homem, que é morador de Montes Claros, na Região Norte de Minas Gerais, usava documentos falsos em nome do ex-governador mineiro Newton Cardoso para “passar a perna” em empresas e pessoas.


O Newton Cardoso “fake” foi detido em Ladário (MS) por policiais da 1ª Delegacia de Polícia Civil e Delegacia Regional de Corumbá (MS). Ele estava em um barco hotel no porto da cidade.


Segundo o delegado Alex Sandro Peixoto, o detido deu diversos golpes na internet, que somam cerca de R$ 1 milhão em prejuízos para várias empresas. Ele usava um e-mail falso e o nome de uma empresa que pertence ao ex-chefe do Executivo estadual.


Ainda segundo a polícia, Luiz Gustavo Ferreira Lima falsificou o documento de identidade de Newton Cardoso para comprar produtos agrícolas. Em uma das negociações, ele provocou um rombo de R$ 43 mil a uma empresa de Pirapora, no Norte de Minas.


Ele também usou o nome de Newton Cardoso para enganar uma empresa que produz concreto e cimento em Montes Claros. De acordo com a polícia, quando foi preso, Luiz estava com um grupo de pescadores do mesmo município. O objetivo era pescar no Pantanal.


Luiz Gustavo tinha um mandado de prisão em aberto, expedido pelo juiz Nalbernard de Oliveira Bichara, da 2ª Vara Criminal de Montes Claros. Ele foi encaminhado para a delegacia de Corumbá e, depois, virá para Montes Claros.

 

Com informações da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PCMS)

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