
Patrimônio também é feito de pessoas. Aliás, é feito sobretudo delas. Na Lagoinha, memórias e histórias de quem fez e faz viver uma das regiões mais icônicas da capital mineira se transformaram em registros fotográficos e de áudio de aproximadamente 200 moradores, trabalhadores e frequentadores do entorno. Ontem, o bairro da Região Noroeste de Belo Horizonte recebeu a exposição “Moradores Lagoinha”, montada às margens da Avenida Antônio Carlos, entre o conjunto IAPI e o Mercado da Lagoinha. O local, próximo ao antigo Departamento de Investigações (D.I), palco de inúmeros casos policiais, muitos deles de repercussão nacional, e até hoje associado à violência, dá lugar à valorização do que uma nação tem de mais precioso: as pessoas.

