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Estado de Minas

Servidor público é preso acusado de estupro no Norte de Minas

Crime ocorreu em abril, em Berizal. Vítima era virgem e foi estuprada após aceitar carona


postado em 12/06/2019 16:44 / atualizado em 12/06/2019 17:35

Se condenado pelo crime de estupro, o homem pode cumprir até dez anos de reclusão(foto: Polícia Civil/Divulgação)
Se condenado pelo crime de estupro, o homem pode cumprir até dez anos de reclusão (foto: Polícia Civil/Divulgação)

Um servidor público municipal de Berizal, no Norte de Minas, foi preso nesta quarta-feira, suspeito de tirar a virgindade de uma mulher, de 24 anos, após estupro. O crime ocorreu em 25 de abril deste ano.

As investigações, realizadas pela 4ª Delegacia Regional de Taiobeiras, apontam que o homem, de 34 anos, é casado, pai de três filhos, e trabalha atualmente como motorista de carro da saúde da comunidade rural de Serra, do município de Berizal.

A vítima estava em um bar com sua prima, de 29, na comunidade de Barreiros. Em certo momento, a prima  se retirou e a vítima ficou na companhia do servidor público, que ofereceu carona. Ela aceitou. Porém, durante o trajeto, o funcionário desviou do caminho e a levou para o vestiário de um campo de futebol abandonado. Naquele local, insistiu em ficar com a vítima, porém, ela resistiu.

As investigações acusam que o homem a estuprou “usando da força física superior e da condição da vítima que havia feito uso de bebida alcoólica anteriormente”. A vítima relatou ter gritado por socorro. No entanto, o conduzido tampou sua boca.

Exame médico realizado na vítima constatou sua virgindade, o que, segundo o delegado responsável pelo caso, confirmou os relatos da mulher, de que teria sangrado bastante no momento do ato, sujando toda sua roupa.

O homem fugiu e foi encontrado após pouco mais de um mês a partir de levantamentos e monitoramentos de possíveis locais de esconderijo, ligados de alguma forma ao suspeito. Ele foi preso e encaminhado ao Presídio de Taiobeiras. Se condenado pelo crime de estupro, o homem pode cumprir até 10 anos de reclusão. 


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