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Estado de Minas

Porta-voz desmente que bombeiros tenham sido intoxicados pela lama

Segundo o tenente Pedro Aihara, as náuseas sentidas por alguns colegas são decorrentes do uso de antibióticos


postado em 30/01/2019 13:52 / atualizado em 30/01/2019 23:11

Ver galeria . 5 Fotos De propriedade da mineradora Vale, a barragem 1, situada na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, deixou pessoas mortas, desaparecidos e uma devastação ambientalTúlio Santos/EM/D.A Press
De propriedade da mineradora Vale, a barragem 1, situada na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, deixou pessoas mortas, desaparecidos e uma devastação ambiental (foto: Túlio Santos/EM/D.A Press )
 
 
O porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Pedro Aihara, desmentiu, no início da tarde desta quarta-feira, que os bombeiros teriam sido intoxicados com a lama dos rejeitos das barragens da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho. Ele explicou que as náuseas sentidas pelos oficiais, nos últimos dias, são provocadas por efeito colateral de antibióticos.

De acordo com Aihara, toda água desconhecida pelo Corpo de Bombeiros é tratada como poluída.  Assim, antes das buscas, é necessário que os agentes tomem medicamentos para prevenção de leptospirose. Esse remédio estaria causando náuseas em alguns militares.

A corporação ainda informou que, de acordo com os dados da Vale fornecidos às autoridades, os rejeitos da Mina Córrego do Feijão não são tóxicos.

Contra indicação


O tenente alertou a população de que a medicação com antibióticos como forma de prevenção à leptospirose deve ser restrita aos bombeiros que ficam expostos ao risco por muitas horas. No caso de populares, a indicação é procurar médicos antes de tomar qualquer remédio.

*Estagiário sob supervisão do editor Carlos Marcelo


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