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Estado de Minas

Justiça determina a prisão de mais um torcedor do Atlético acusado de espancar cruzeirense

Além do suspeitos, outros quatro homens estão presos acusados de envolvimento da tentativa de homicídio. O crime ocorreu em março deste ano


postado em 09/11/2018 19:35 / atualizado em 09/11/2018 19:38

Barras de madeira foram utilizadas por integrantes de organizadas do Atlético durante agressão ao torcedor cruzeirense(foto: Polícia Militar/ Divulgação)
Barras de madeira foram utilizadas por integrantes de organizadas do Atlético durante agressão ao torcedor cruzeirense (foto: Polícia Militar/ Divulgação)
A Justiça mineira decretou a prisão de mais um integrante da torcida organizada Galoucura suspeito de tentar matar um torcedor do Cruzeiro associado à Máfia Azul em março deste ano. Além dele, outros quatro homens já estão presos acusados de envolvimento no crime. 

De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o suspeito foi identificado em imagens de vídeo como um dos homens que mais bateram na vítima, mesmo quando ela já estava desacordada. O pedido das prisões preventivas foi apresentado pelo Ministério Público.

Na sentença, o juiz sumariante Marcelo Fioravante destacou a gravidade da conduta dos acusados. O magistrado ainda ressaltou que os envolvidos foram identificados, por meio de imagens, depoimentos e documentos, como sendo os responsáveis por agredir o cruzeirense.

O crime

Após uma partida entre Cruzeiro e Atlético, no dia 3 de março, pelo Campeonato Mineiro, torcedores dos dois times se envolveram em uma briga no Bairro Prado, Região Oeste de Belo Horizonte. A briga teria a participação de mais de 60 pessoas.

Na ocasião, um torcedor do Cruzeiro foi espancado até enquanto estava no chão e precisou ser internado no Hospital Pronto Socorro João XXIII.

Um dos presos estava em regime semiaberto cumprindo uma pena de 15 anos de reclusão pela prática de homicídio contra outro torcedor adversário, crime ocorrido em novembro de 2010, na porta do estabelecimento Chevrollet Hall, na Avenida Nossa Senhora do Carmo, em Belo Horizonte.

O Estado de Minas não conseguiu contato com a Galoucura.



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