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Estado de Minas

Bancário e família de MG são sequestrados e liberados em São Paulo

Dois ladrões armados invadiram a casa do bancário e o obrigaram a ir até a agência para abrir o cofre. Dupla está foragida


postado em 30/07/2018 17:32 / atualizado em 30/07/2018 18:17

Um gerente de banco e a família, moradores de São João Batista do Glória, no Sul de Minas, foram feitos reféns em um assalto e liberados em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, que fica cerca de 180 quilômetros de distância da cidade mineira. O crime ocorreu na noite deste domingo. Os sequestrados conseguiram roubar o cofre do banco e ainda estão foragidos.

De acordo com boletim de ocorrências, o bancário de 49 anos, a mulher, de 43, e a filha, de 7, saíam de casa para ir à igreja quando foram surpreendidos por dois homens armados. No momento em que abriam o portão da casa, eles foram abordados pelos ladrões. A polícia não detalhou quanto tempo a família foi feita refém.

Os criminosos obrigaram a família a entrar na casa e vasculhavam o local. A mulher e a criança foram levadas para o quintal, enquanto o bancário permaneceu dentro do imóvel, onde os ladrões informaram que queriam apenas o dinheiro do banco.

Enquanto um dos assaltantes foi com o bancário até a casa de outro funcionário da instituição financeira para pegar as chaves de acesso ao cofre, o outro manteve a mulher e a filha sob a mira de um revólver. O suspeito rendeu, também, a família do outro funcionário, que por medo entregou as chaves.

Já em posse do objeto, o refém foi levado até a agência, sacou o dinheiro, sem saber a quantia, e entregou aos bandidos. Após o roubo, o assaltante levou o bancário no próprio carro da vítima, até um local próximo a Ribeirão Preto, onde ele reencontrou a mulher e a filha. A família entrou novamente no veículo e todos foram levados por mais alguns quilômetros, sendo deixados no distrito industrial da cidade.

No local, avistaram um vigia de uma empresa próxima e pediram ajuda. A Policia Militar (PM) foi acionada e conduziu a família para uma unidade policial. Não houve agressão física à família. Eles foram libertados sem nenhum ferimento. O caso será investigado pela Polícia Civil.

* Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie

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