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Estado de Minas

Travesti é julgada por assassinato de rival em Belo Horizonte

Vítima teria sido morta em 2011 por se recusar a pagar para usar ponto de prostituição na Região Norte da capital


postado em 23/07/2018 12:13 / atualizado em 23/07/2018 13:49

Começou com atraso o julgamento da travesti Dani, de 27 anos, acusada da morte de outra travesti conhecida como Vanessa, em 2011 no Bairro Aparecida, Região Noroeste de Belo Horizonte. 

Segundo o Fórum Lafayette, a sessão estava marcada para as 8h30 desta segunda-feira, mas teve início às 10h. Uma segunda ré do caso, a travesti Mel, de 33 anos, também estaria no banco dos réus hoje, mas seu júri foi desmembrado. O interrogatório de Dani terminou às 10h30. Pouco antes das 11h, a acusação falava ao tribunal. As testemunhas foram dispensadas. 

Conforme o Ministério Público, na madrugada de 4 de agosto de 2011, Dani e Mel mataram Vanessa asfixiada com a alça de uma bolsa e agredindo-a com marteladas na cabeça dentro de um imóvel na Rua Belmiro Braga. Um casal ajudou as duas. 

“O motivo do crime seria a cobrança de taxas da vítima pelo ponto de prostituição que ela utilizava no Bairro Santa Branca, Região Norte de Belo Horizonte”, até então, as duas acusadas respondem o processo em liberdade. 

A sessão é presidida pelo juiz Alexandre Bandeira, no 2º Tribunal do Júri. O promotor Francisco Santiago representa o Ministério Público na acusação. A defesa é feita pelo advogado Aender Braga. 

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