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Estado de Minas

Professor da UFMG pode ter contraído febre amarela em cidade da Grande BH

Até o momento, não foi comprovado se o paciente foi vacinado


postado em 27/02/2018 15:25 / atualizado em 27/02/2018 16:00

Rodrigo Fóscolo está internado no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte(foto: Reproducao / TV UFMG/Dvilugacao)
Rodrigo Fóscolo está internado no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte (foto: Reproducao / TV UFMG/Dvilugacao)

Exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) confirmaram que o médico e professor do  Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Rodrigo Bastos Fóscolo, está com febre amarela. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou a informação em boletim sobre a doença divulgado nesta terça-feira. Até o momento, não foi comprovado se o paciente foi vacinado.

O professor segue internado no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte. Nessa segunda-feira, o paciente passou por um transplante de fígado. O órgão foi doado por um morador de Uberlândia, na Região do Triângulo Mineiro. A informação do transpolante foi confirmada pelo Departamento de Clínica Médica da UFMG, que informou, ontem, que o estado de saúde dele é estável. O hospital não confirmou o estado de saúde do paciente.

Segundo a SES/MG, exames epidemiológicos comprovaram a contaminação por febre amarela. O local da possível infecção é em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Quando o caso do médico veio à tona, foi levantada a suspeita que ele tinha contraído a doença mesmo tendo sido vacinado. Porém, o caso ainda é investigado. “Até o momento não foi apresentada comprovação de histórico vacinal para a vacina contra a febre amarela, assim, portanto, o paciente não é considerado vacinado contra a doença”, afirmou a SES.




Casos em Minas

Os casos de febre amarela em Minas Gerais seguem aumentando. Na temporada 2017/2018, que começou em julho, foram confirmados 264 casos da doença. Destes, 96 pessoas morreram. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) ainda investiga outros 589 notificações. Destes, 11 casos de pacientes que têm histórico de vacinação contra a doença em que os exames deram positivos para a moléstia. “Esses pacientes permanecem em investigação para levantamento de informações clínicas e epidemiológicas fundamentais para conclusão dos casos”, disse a SES.

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