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Estado de Minas

Casos de dengue crescem em uma semana no estado

Balanço da Secretaria de Estado da Saúde aponta avanço de quase três vezes mais de registros da doença desde a segunda-feira passada. Chikungunya também cresceu


postado em 22/01/2018 21:20

Os casos prováveis de dengue em Minas Gerais quase que triplicaram em apenas uma semana. Na segunda-feira passada, boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) apontava para um total de 476 pessoas infectadas em 2018. Nesta segunda-feira, já somam 1.204 registros da doença. Embora, até o momento, seja o janeiro com menor número de contaminações dos últimos nove anos, a população não deve baixar a guarda no combate aos focos do Aedes aegypti. O mosquito é o transmissor da enfermidade, da chikungunya, do zika vírus e, em áreas urbanas, da febre amarela.

Até o momento, há um óbito em investigação para dengue este ano. Em 2017, foram confirmadas 15 mortes pela doença, sendo que em janeiro eram 4.815 casos e ao final do ano somavam 28.431 pessoas infectadas. Porém, foi em 2010 que a dengue teve um surto, com 212.543 registros.

Já a febre chikungunya também apresentou crescimento expressivo no comparativo do balanço divulgado hoje pela SES-MG e o anterior. De 67 notificações da doença, agora já são 219 casos prováveis. Não há registro de mortes. Em 2017 foi o ano com maior número de pessoas provavelmente infectadas pela chikungunya, um total de16.728, com 13 óbitos, superando todas as marcas anteriores no estado.

Nas últimas quatro semanas, entre 17 de dezembro e 13 de janeiro, Minas apresentouum município em média incidência de casos prováveis de chikungunya, 36 em baixa incidência e nenhum município em alta e 816 estão sem registro de casos prováveis.

Já o zika vírus, somam seis casos este ano. Em 2017 foram registrados 755 casos prováveis da doença, sendo 138 em gestantes. Desse total, 74 gestantes tiveram confirmação pelo critério laboratorial.

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