
Nesta sexta-feira, o objeto já foi testado em vistorias feitas pela prefeitura dentro da programação do dia nacional de combate ao mosquito. “Isso foi uma inovação em função das dificuldades que os agentes tinham de vistoriar as calhas (de escoamento da água da chuva), sobretudo em calhas de segundo andar”, diz o coronel Alexandre Lucas, coordenador da Defesa Civil municipal. Atualmente, o órgão já conta com quatro equipamentos, mas a expectativa do secretário de Saúde de Belo Horizonte, Fabiano Pimenta, é adquirir em torno de 400, ao custo de cerca de R$ 500 mil, ainda este ano para que a próxima gestão possa usar os equipamentos. Antes, é necessário concluir a negociação com a empresa inventora do aparelho.
O coronel Alexandre Lucas sustenta que, além de descobrir focos do mosquito em locais de difícil acesso, o bastão vai facilitar muito o trabalho de vistoria em locais onde não forem encontrados moradores. As imagens das câmeras poderão mostrar se aquela casa tem características de abandono ou se é de alguém que está fora no momento. “Ou ali mora uma pessoa que está trabalhando e aí poderemos agendar a visita noturna, ou é uma casa abandonada Nesse caso, a operação vai ser a entrada forçada”, afirma. Por fim, o coronel diz que o objeto também será importante para a Defesa Civil, na hora de vistoriar vigas e estruturas de engenharia que podem estar comprometidas.
