Testemunhas de defesa das construtoras Consol e Cowan foram ouvidas pela Justiça nesta sexta-feira, na quarta audiência que apura a queda do Viaduto Batalha dos Guararapes. O elevado desabou matando duas pessoas e ferindo outras 21 em 2014 na Avenida Pedro I, em Belo Horizonte. Durante aproximadamente 10 horas, três engenheiros listados pela Consol e nove engenheiros e um encarregado de protensão indicados pela Cowan prestaram depoimentos.
Onze pessoas foram indiciadas pela queda do Viaduto Batalha dos Guararapes. Elas são acusadas pelo Ministério Público de causar desabamento ou desmoronamento, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de terceiros, na modalidade culposa (não intencional), qualificado por lesões corporais graves e morte, com o agravante de haver duas mortes e 21 feridos. A pena máxima é de 12 anos para cada envolvido.
