(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas

Testemunhas de defesa da Cowan e Consol depõem sobre queda de viaduto em BH

Na audiência, que durou quase 10 horas, 12 engenheiros e um encarregado de protensão prestaram depoimentos à favor das empresa nesta sexta-feira


postado em 11/11/2016 20:00 / atualizado em 11/11/2016 20:26

Testemunhas de defesa das construtoras Consol e Cowan foram ouvidas pela Justiça nesta sexta-feira, na quarta audiência que apura a queda do Viaduto Batalha dos Guararapes. O elevado desabou matando duas pessoas e ferindo outras 21 em 2014 na Avenida Pedro I, em Belo Horizonte. Durante aproximadamente 10 horas, três engenheiros listados pela Consol e nove engenheiros e um encarregado de protensão indicados pela Cowan prestaram depoimentos.

Na audiência anterior, quatro testemunhas da Consol já tinham sido ouvidas pelo juiz Marcos Henrique Caldeira Brant, da 11ª Vara Criminal de Belo Horizonte. As defesas exploraram o conhecimento técnico e a experiência que os engenheiros adquiriram na construção de outros viadutos para tentar comprovar suas teses. Os questionamentos feitos aos especialistas foram, na maioria, a respeito de hipóteses de erro na transcrição dos cálculos ou na má execução do projeto de engenharia. A próxima audiência foi marcada para o dia 25 de novembro. Na ocasião será realizada a oitiva de 27 testemunhas de defesa listadas pelos engenheiros da Sudecap.

Onze pessoas foram indiciadas pela queda do Viaduto Batalha dos Guararapes. Elas são acusadas pelo Ministério Público de causar desabamento ou desmoronamento, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de terceiros, na modalidade culposa (não intencional), qualificado por lesões corporais graves e morte, com o agravante de haver duas mortes e 21 feridos. A pena máxima é de 12 anos para cada envolvido.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)