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Estado de Minas

Suspeito de assassinato em BH é preso quase 30 anos depois do crime

Segundo a Polícia Civil, ele e outros dois homens foram pronunciados em 1993, mas a prisão só foi decretada em fevereiro deste ano


postado em 14/04/2016 18:17 / atualizado em 14/04/2016 22:55

A prisão de Osvaldo Mendes Prates, de 51 anos, foi decretada em fevereiro de 2016(foto: Polícia Civil/Divulgação)
A prisão de Osvaldo Mendes Prates, de 51 anos, foi decretada em fevereiro de 2016 (foto: Polícia Civil/Divulgação)
Uma ação conjunta das polícias Civis de Minas Gerais e São Paulo resultou na prisão do suspeito de um assassinato cometido em Belo Horizonte há quase 30 anos. Segundo a polícia, Osvaldo Mendes Prates, de 51 anos, é apontado como um dos autores da morte de Gerônimo Alves Martins, que tinha 38 anos na época. Ele foi executado em 1989 dentro de casa, no Beco Francelino, na extinta Vila São José. A vila ficava no final da Avenida Pedro II, Região Noroeste de BH.

As investigações, encerradas em 1990, concluíram que Osvaldo estava na companhia do cunhado Manoel Batista Mendes e de João Simões dos Reis, o Tozinha, no momento do assassinato de Gerônimo.

De acordo com a Polícia Civil, o delegado Rodrigo Bossi, responsável pela ação policial que levou à prisão do suspeito, explicou que os três indiciados foram pronunciados em 1993 e o inquérito foi desmembrado em 2004, quando João foi condenado a 13 anos de prisão. O homem já estava preso desde 2003 e teve a liberdade condicional concedida em 2010. Bossi também explicou que diversos mandados de prisão foram expedidos antes que a polícia localizasse Osvaldo. Ele e Manoel ainda aguardam julgamento. 

A prisão de Osvaldo foi decretada pela Justiça somente em fevereiro deste ano e, desde então, a Polícia Civil vem trabalhando para a localização do suspeito, que foi encontrado em 12 de abril em Ilhabela (SP).

O crime

O assassinato de Gerônimo Alves Martins aconteceu por volta das 23h de 5 de setembro de 1989, quando o trio invadiu a casa onde a vítima morava. De acordo com a Polícia Civil, após uma discussão, João atirou com uma cartucheira no peito de Gerônimo. O laudo da perícia apontou que foram produzidas oito lesões que causaram a morte da vítima por hemorragia interna.

Ainda segundo a polícia, a motivação do crime seria um desentendimento entre a vítima e João Simões dos Reis, sendo que Gerônimo era agredido constantemente pelo investigado e, por isso, chamava a polícia. Além disso, João suspeitava que a vítima teria furtado um revólver que pertencia a Manoel, o que levou o trio a matar Gerônimo.


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