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Estado de Minas

Hotéis da Zona Boêmia de BH não ficarão abertos durante a madrugada na Virada Cultural

Prostitutas vislumbravam chance de aumentar renda. Presidente de associação diz que não há 'tempo hábil' para realizar procedimento com segurança


postado em 11/09/2015 18:30 / atualizado em 11/09/2015 18:51

Hotel Brilhante, na Rua Guaicurus, é um dos mais famosos da Zona Boêmia(foto: Beto Novaes/EM/DA Press)
Hotel Brilhante, na Rua Guaicurus, é um dos mais famosos da Zona Boêmia (foto: Beto Novaes/EM/DA Press)
O plano das prostitutas de Belo Horizonte de faturarem com a Virada Cultural não deu certo. O presidente da Associação dos Amigos da Rua Guaicurus (AARG), Édson Cruz, afirmou que não há tempo hábil para os estabelecimentos contratarem seguranças. “Se não programar com antecedência vira bagunça”, avalia Édson. A AARG representa os proprietários dos hotéis do baixo meretrício, como são chamados os locais que ocorrem os programas sexuais.

Na quinta-feira, a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aspromig), Cida Vieira, enviou um ofício para a AARG pedindo que os estabelecimentos fiquem abertos durante toda a madrugada de domingo. Os hotéis funcionam até as 23h e as prostitutas vislumbraram na Virada Cultural uma chance para ganhar dinheiro, pois a Rua Guaicurus será um dos principais palcos da Virada.

Cruz, da AARG, argumenta que o pedido da Aspromig foi feito em cima da hora. “Impossibilitou o agendamento do trabalho”, justifica. Outro argumento é que o excesso de pessoas pode gerar confusões e bagunça nos hotéis. Somente na Zona Boêmia, são 25 hotéis e quase 5 mil profissionais do sexo na cidade.


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