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Natal chega com a correria de sempre mas sem perder o tradicional encanto


postado em 23/12/2018 05:03

Em campanha publicitária, a Coca-Cola repaginou Papai Noel com figurino nas cores do refrigerante e ajudou a popularizar o Bom Velhinho (foto: Arquivo/Divulgação )
Em campanha publicitária, a Coca-Cola repaginou Papai Noel com figurino nas cores do refrigerante e ajudou a popularizar o Bom Velhinho (foto: Arquivo/Divulgação )

 

 

A data mais esperada do ano, finalmente, chegou. De amanhã para depois toda a expectativa se volta para a tradicional troca de presentes de Natal. Nesses últimos dias, as propagandas trataram de dar o clima, nas mais variadas plataformas, para nos emocionar com belos comerciais. Apesar do período difícil da economia, o comércio está bastante movimentado e os lojistas um pouco mais otimistas. A expectativa é de crescimento no faturamento de 3,1% em relação ao ano passado. Espera-se uma injeção de 3,3 bilhões de reais em nossa economia, com 74,4% dos consumidores empenhados em comprar presentes.


A correria de última hora é tradição entre os brasileiros. Com o aperto financeiro, principalmente no funcionalismo público, muitos consumidores deixaram mesmo para ir às compras na última hora. Outros só vão mesmo depois da segunda parcela do 13º salário. E para atender os atrasados, o todo o comércio funcionará neste e domingo, amanhã e depois em horários especiais. Se depender dos lojistas, ninguém ficará sem presente.

COMERCIAL A história do Natal é tão antiga quanto a civilização. Porém, o surgimento de Papai Noel e troca de presentes vem depois. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes. No século IV, o dia 25 de dezembro, data em que os romanos comemoravam o início do inverno, passou a ser considerada oficial. É, do ponto de vista cronológico, a data marca o ano 1 da história cristã.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

PUBLICIDADE A figura do bom velhinho surgiu bem depois, inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d. C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Ele foi canonizado como São Nicolau pela Igreja Católica após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal. Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper's Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso e ajudou a consolidar a nova imagem comercial do Papai Noel pelo mundo.


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