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Estado de Minas

Série "Ameaçados ao Nascer" ganha edição especial no iPad

Em quase 5 mil quilômetros percorridos entre trechos fluviais e terrestres, a série "Ameaçados ao nascer" denuncia, desde domingo, as agressões que sugam as nascentes de alguns dos mais importantes rios que cortam Minas Gerais


postado em 10/04/2014 07:29 / atualizado em 03/02/2015 16:53

(foto: Leandro Couri/EM/DA Press)
(foto: Leandro Couri/EM/DA Press)


A saga das nascentes que alimentam os rios de Minas, matam a sede de cidades e sustentam hidrelétricas depois de sobreviverem a mineração, desmatamento, assoreamento e poluição agora pode ser conferida em publicação especial no EM Digital, disponível para tablets, smartphones e desktops. “O formato permite aproveitar os recursos de várias mídias. Criamos uma narrativa mais abrangente, explorando mais fotografias, usando vídeos em passagens específicas e gráficos para contar essas histórias. É o caminho de nossas reportagens especiais, de agora em diante”, afirma o editor de Artes do Estado de Minas, Álvaro Duarte. Veja também o especial completo no hotsite www.em.com.br/especiais/nascentes, com fotos, vídeos e textos inéditos.

Pelas águas de Minas

Em quase 5 mil quilômetros percorridos entre trechos fluviais e terrestres, a série “Ameaçados ao nascer” denuncia, desde domingo, as agressões que sugam as nascentes de alguns dos mais importantes rios que cortam Minas Gerais. Na estreia foram apontados os ataques à bacia do São Francisco, do Rio das Velhas e de alguns de seus principais tributários.

Ver galeria . 19 Fotos  No Vale do Jequitinhonha, moradores do quilombo Baú do Serro mostram seus costumes e rotina. Na foto, Vera Conceição, 50 anos, mãe de 11 filhos, Maria da Conceição Carmindo Vieira e Clenilde da Conceição Reis Vitor mostram o artesanato praticado na região.Leandro Couri/EM
No Vale do Jequitinhonha, moradores do quilombo Baú do Serro mostram seus costumes e rotina. Na foto, Vera Conceição, 50 anos, mãe de 11 filhos, Maria da Conceição Carmindo Vieira e Clenilde da Conceição Reis Vitor mostram o artesanato praticado na região. (foto: Leandro Couri/EM )
 


Na segunda-feira, a série investigou as fontes de poluição que roubam a cultura dos ribeirinhos do Vale do Jequitinhonha. Na terça, o EM mostrou que o Rio Doce já nasce com 5.172% mais coliformes termotolerantes que o limite considerado de segurança. Ontem, a penúltima reportagem revelou as ameaças que cercam o santuário onde brota o Rio Santo Antônio, onde nadam os últimos espécimes de peixes como o Andirá.

Mateus Parreiras e Leandro Couri falam sobre a série. Confira


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