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Estado de Minas

Um novo quilombo: Segunda Preta afirma espaço da arte negra em BH

O Estado de Minas conversou com a atriz Andréa Rodrigues e a jornalista e livreira Etiene Martins, ambas integrantes do movimento dedicado a dar visibilidade a atores e atrizes negros do teatro em Belo Horizonte


postado em 15/05/2018 15:33 / atualizado em 15/05/2018 17:22


Na televisão, no cinema ou no teatro, a presença de atrizes e atores negros ainda é muito limitada. Essa limitação pode ser percebida tanto em número de personagens pretos na frente das câmeras como de profissionais técnicos atrás dela. " Segunda Preta é quilombo, é resistência, é nosso povos mostrando a que veio", diz a jornalista e livreira Etiene Martins, integrante movimento dedicado a dar visibilidade a atores e atrizes negros do teatro em Belo Horizonte. Quilombo era a aldeia formada por escravos que fugiam das fazendas brasileiras, no período colonial, que se transformou em um símbolo de resistência do povo negro.


Na semana em que são lembrados os 130 anos da abolição da escravidão no Brasil, em 13 maio de 1888, o Estado de Minas conversou com a Andréa Rodrigues e a jornalista e livreira Etiene Martins, ambas integrantes da Segunda Preta.


A Segunda Preta apresenta espetáculos de teatro, dança e performance protagonizados e produzidos por artistas negros no Teatro Espanca!, no Centro de Belo Horizonte. A programação e próximas temporadas do projetos podem ser acessadas pelo site do evento.


Elenco do espetáculo Emprazar, chamar pra acontecer, no Teatro Espanca!(foto: Maria Irenilda/EM/D.A Press)
Elenco do espetáculo Emprazar, chamar pra acontecer, no Teatro Espanca! (foto: Maria Irenilda/EM/D.A Press)


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