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Estado de Minas ECONOMIA

Guedes diz que governo renovará auxílio emergencial 'por 2 ou 3 meses'

O ministro da Economia afirmou que, logo depois, será lançado o novo Bolsa Família


08/06/2021 13:32 - atualizado 08/06/2021 14:53

Auxílio emergencial contempla cerca de 39,1 milhões de brasileiros(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Auxílio emergencial contempla cerca de 39,1 milhões de brasileiros (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, (8/6), que "possivelmente" o governo vai renovar por mais "dois ou três meses" o auxílio emergencial. Em participação em evento virtual da Frente Parlamentar do Setor de Serviços - que não estava prevista na agenda do ministro - Guedes afirmou que, logo depois, será lançado o novo Bolsa Família.

"Possivelmente vamos estender auxílio emergencial por mais dois, três meses. Logo depois do auxílio-emergencial, entra o novo Bolsa Família, reforçado", disse o ministro.

Na segunda-feira, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou que o governo tem planos de estender o auxílio emergencial por dois meses, até setembro, nos mesmos valores de R$ 150 a R$ 375 e com igual alcance em termos de público.

Hoje, o auxílio contempla cerca de 39,1 milhões de brasileiros.

Programa de qualificação de jovens


O ministro da Economia disse ainda que o programa de qualificação de jovens que o governo pretende lançar vai levar a uma redução "muito rápida" no desemprego. "O jovem durante processo de treinamento custa mais barato para empresa e adquire habilidades. O setor de serviços será decisivo, elas já estão encomendando 20 mil, 30 mil jovens para treinamento", comentou.

Projeções sobre atividade


No evento, o ministro disse ainda que a Economia continua com previsão de crescimento "conservadora" de 4% a 5% na economia deste ano e disse que, com a vacinação, o país caminha para dias melhores.

"O Brasil está conseguindo acelerar vacinação com o ministro Queiroga", disse Guedes, em referência ao ministro da Saúde, que depõe neste momento à CPI do COVID.


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