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Estado de Minas

Como o Ebanx se tornou a startup da vez


postado em 24/09/2018 06:00 / atualizado em 24/09/2018 08:25

Poucas startups brasileiras crescem num ritmo tão veloz quanto a curitibana Ebanx. Talvez nenhuma. Criada em 2012, por três profissionais com perfis diferentes (o surfista Alphonse Voigt, o cientista da computação João Del Valle e o especialista em mercado financeiro Wagner Ruiz), a empresa desenvolve tecnologias para o processamento de pagamentos em sites estrangeiros. Em seu primeiro ano, o Ebanx processou R$ 3,3 milhões. Em 2017, R$ 41,1 bilhões. Em 2018, o valor deverá chegar a R$ 6,5 bilhões. A companha surfa na onda do comércio eletrônico e avança graças a uma peculiaridade da América Latina: de acordo com o Banco Mundial, quase metade dos moradores da região não tem cobertura bancária. No Brasil, 40% dos correntistas têm acesso limitado a produtos financeiros, incluindo cartão de crédito internacional. É esse espaço que o Ebanx ocupa, ao oferecer um serviço que permite a qualquer pessoa, mesmo se ela não tiver conta bancária, fazer uma compra on-line internacional.

Marca Rhodia pode desaparecer


A companhia belga Solvay, com mais de 150 anos de história, estuda aposentar a marca francesa Rhodia, adquirida em 2011 por US$ 4,8 bilhões, de acordo com um executivo da empresa. A ideia é consolidar o portfólio do grupo químico sob uma mesma marca. Se aprovada pelo conselho, a decisão deverá ser anunciada no primeiro semestre de 2019. No Brasil, a companhia utiliza o nome Solvay Rhodia Group, causando certa confusão até entre os próprios clientes da empresa.

Americana quer romper restrições à aloe vera
A companhia americana Forever Living, líder global em produtos à base de Aloe vera, tentará recuperar o mercado perdido desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a proibiu, em novembro de 2011, de vender seis tipos de suco no país. A linha respondia por uma receita de US$ 45 milhões por ano, quase 30% de suas vendas no Brasil. Segundo uma fonte ligada à companhia, o presidente global Gregg Maughan determinou que os executivos equacionem os entraves com o órgão regulador.

 

“O coração e a alma de uma empresa são a criatividade e a inovação”

 Robert Iger,
presidente da Walt Disney


135%
Foi quanto cresceu o consumo de vídeos on-line no Brasil entre 2014 e 2018, segundo estudo realizado pela agência Provokers. A fixação por esse tipo de produto está provocando mudanças na forma de consumir informação e entretenimento.


Bupa tem no Brasil seu maior crescimento
A operadora britânica de planos de saúde Bupa, com receita de mais de US$ 16 bilhões no ano passado, registrou no Brasil sua maior taxa de crescimento global: 17%. Segundo fontes do mercado de saúde, a companhia tem demonstrado interesse em ampliar a operação no país. Há 3 anos, adquiriu a brasileira Care Plus, líder no segmento premium, de olho nos consumidores de alta renda que podem pagar mais de R$ 2 mil mensais para adquirir planos com cobertura internacional.

RAPIDINHAS

 A brasileira Rayflex, uma das maiores do mundo no setor de portas automáticas, adquiriu a operação da concorrente alemã Hörmann, gigante com fábricas na Europa, América do Norte e Ásia. Com a compra, a Rayflex espera ampliar em 35% suas vendas até o fim do ano. O valor do negócio não foi revelado.

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A maconha está se tornando o bitcoin da vez. Segundo dados do Google Trends, os negócios envolvendo a Canabis (foto) recebem mais manchetes na mídia do que os relativos a criptomoedas. O movimento ocorre principalmente nos Estados Unidos. Na Califórnia, Alasca, Colorado, Nevada, Oregon e Washington, a venda da maconha já é permitida para fins recreativos.

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Um dos maiores conglomerados industriais da Europa, com faturamento de US$ 34,1 bilhões em 2017, a gigante sueca ABB está com apetite pelo mercado brasileiro. A empresa acaba de inaugurar uma fábrica em Sorocaba, no interior de São Paulo, voltada à produção de painéis industriais.

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Santiago Ayerza, presidente da Thomson Reuters Brasil, desembarca em Brasília para participar do 2º Congresso Nacional do Direito, Governos e Tecnologia, que ocorre quarta e quinta-feira. O executivo falará sobre inovações capazes de melhorar a rotina dos escritórios e departamentos jurídicos brasileiros.

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