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Estado de Minas

Metal cancerígeno pode obrigar Volks a fazer recall

O grupo alemão garante que os carros afetados não representam perigo para motoristas e passageiros


postado em 02/08/2018 06:00 / atualizado em 02/08/2018 08:12

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Depois de superar a mais severa crise de reputação de sua história ao ser acusada de forjar testes de emissão de poluentes, a alemã Volkswagen tem agora outra encrenca para enfrentar. A empresa pode ser forçada a fazer um recall de 124 mil carros elétricos e híbridos. Até aí, tudo bem. Recalls são comuns na indústria. O problema é o motivo: a presença de cádmio, um metal cancerígeno, nos veículos. Segundo a empresa, um fornecedor entregou um lote de baterias contendo o metal, que foi instalado em modelos das marcas Volkswagen, Audi e Porsche entre 2013 e junho de 2018. O grupo alemão garante que os carros afetados não representam perigo para motoristas e passageiros, pois o metal estaria isolado e inacessível para o contato humano. No ano passado, a Volkswagen ficou em segundo lugar entre as marcas de carros mais vendidas do mundo, atrás da Toyota. No Brasil, ultrapassou a Fiat no primeiro semestre de 2018, tornando-se a vice-líder do mercado nacional, que é comandado pelo GM.

CPFL vai à universidade 

A distribuidora paulista de energia CPFL firmou parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) para desenvolver um programa de substituição de lâmpadas comuns por LED, além da implantação de usinas solares fotovoltaicas nos campi de São Carlos e Sorocaba. O acordo é uma troca de favores. A CPFL vai desembolsar R$ 2,7 milhões e a UFSCar, em contrapartida, dará cursos e capacitações para os profissionais da companhia.

Gaúcha Panvel  avança no Sudeste

A Panvel, uma das mais tradicionais redes gaúchas de drogarias, está decidida a disputar mercado nas maiores cidades do Sudeste. Segundo Julio Mottim Neto, presidente do Grupo Dimed, dona da Panvel, do laboratório Lifar e de uma distribuidora de medicamentos, o plano é consolidar a operação na capital paulista antes de iniciar a expansão para outras praças. Até o fim do ano, serão cinco lojas em funcionamento em São Paulo. A Panvel possui mais de 400 endereços e fatura R$ 2,3 bilhões.

Empresa americana irá conectar 54 aeroportos brasileiros


Maior empresa do mundo em internet pública, a americana Boingo Wireless vai lançar o seu serviço de wi-fi em 54 aeroportos brasileiros operados pela estatal Infraero. A rede Boingo já funciona nos aeroportos de Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Recife (PE) e Curitiba (PR) e a implantação completa do serviço nos 54 terminais deverá ser concluída no início de 2020. Para agilizar os negócios, a Boingo assinou acordo de cooperação com a Ziva, companhia de infraestrutura sem fio.


"Tenho uma vida extraordinária. Perguntaram ao George Clooney se ele trocaria a vida dele pela de outra pessoa e ele disse que adoraria viver 24 horas no meu lugar”

 

. Richard Branson,
empresário britânico que fundou o grupo Virgin

US$ 173 bilhões
é quanto irá movimentar o mercado global de roupas esportivas em 2018, quase o dobro de cinco anos atrás. Poucos setores cresceram tanto, o que é resultado do aumento expressivo do número de praticantes de esportes

RAPIDINHAS

A P&G, dona da marca Gillette, mudou de ideia a respeito do impacto causado pela propaganda estrelada por Neymar. No começo, a repercussão deixou a empresa satisfeita, mas ela não demorou para receber uma avalanche de críticas e até ameaça de boicote. Os executivos estudam agora uma maneira de reverter o processo. Por enquanto, a ordem é deixar a poeira abaixar.

A brasileira Rayflex, fabricante de portas automáticas, acaba de adquirir as operações da concorrente Hörmann, indústria alemã do mesmo segmento. A partir deste mês, toda a comercialização da Hörmann, que possui fábricas na Europa, América do Norte e Ásia, e que há mais de 10 anos operava no Brasil, ficará sob responsabilidade da Rayflex.
 

MA Inteligência Artificial chegou com tanta força ao campo que uma nova expressão vem ganhando espaço: a “internet das vacas”. Uma das empresas a espalhar a novidade é a Soma Detect, do Canadá, que está prestes a lançar leites produzidos a partir do novo conceito. 


O sistema é sofisticado: sensores instalados em cada estação de ordenha identificam a vaca, testam seu leite e fornecem métricas como contagem de proteína e gordura, indicadores de doenças e resíduos de antibióticos. A partir desses dados, será possível definir o grau de pureza do leite e repassar a informação aos consumidores.

 

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