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Estado de Minas

Odebrecht contrata empresa para recuperar reputação


postado em 27/07/2018 06:00 / atualizado em 27/07/2018 07:42

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Protagonista da maior trama de corrupção da história do Brasil, a Odebrecht Engenharia e Construção começará a desenhar um plano para tentar limpar sua imagem a partir de 2019. A empresa contratou a americana Reputation Institute, consultoria especializada em gestão de crise, para mensurar, primeiro junto aos brasileiros, os estragos causados pelo envolvimento da marca Odebrecht nos escândalos da Lava-Jato e pela prisão de Marcelo Odebrecht, herdeiro e ex-presidente do grupo. Seu pai, Emílio Odebrecht, defende a mudança de nome das empresas como ponto de partida para deixar o passado para trás. Marcelo é contra. Nos últimos dois anos, a Odebrecht somou R$ 17,1 bilhões em prejuízos e não é certo se os programas de vendas de ativos serão suficientes para trazer equilíbrio financeiro. A empresa também precisa cumprir o acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal (MPF), que prevê a devolução de R$ 2,77 bilhões aos cofres públicos.

US$ 1 milhão
Foi quanto a estrela de reality show, modelo e atriz Kylie Jenner, da família Kardashian, ganhou para colocar um post patrocinado no Instagram. O valor é recorde em conteúdo publicitário na rede, superando as marcas da cantora Selena Gómez e do jogador Cristiano Ronaldo

McDonald’s pede ajuda à Mastercard
A McDonald’s, maior rede de fast food do planeta, contratou a operadora de cartões Mastercard para estruturar sua divisão de e-commerce na América Latina, operação comandada pela Arcos Dorados. Uma das missões será criar um aplicativo para a realização de pedidos. Em um primeiro momento, a tecnologia estará disponível em cerca de 100 unidades da rede na capital paulista. No primeiro trimestre, o lucro da companhia na América Latina caiu 98,7%, para R$ 518 mil.

“Quando inovamos, devemos estar preparados para ouvir todo mundo dizer que estamos loucos”
Larry Ellison, fundador da Oracle

Monsanto vai mapear áreas plantadas
A partir da próxima safra, as operações de colheita de algodão no Brasil serão mapeadas digitalmente pela plataforma de agricultura digital Climate FieldView, que fornece imagens de satélite das áreas plantadas. A iniciativa, inédita no país, é da Monsanto, adquirida recentemente pela Bayer por US$ 63 bilhões. Nunca é demais lembrar que a marca Monsanto – associada no mundo inteiro a produtos cancerígenos – deverá ser extinta pela Bayer.

Aumentam as denúncias contra chefes abusivos
Um estudo da consultoria ICTS Outsourcing trouxe um dado que permite duas interpretações. Entre 2016 e 2017, as denúncias de funcionários contra chefes abusivos e violentos aumentaram 46%. A leitura imediata é que o ambiente de trabalho se tornou um lugar inóspito. A outra está mais próxima da realidade: as empresas têm melhorado os procedimentos para que empregados denunciem perversidades cometidas por seus superiores hierárquicos.

RAPIDINHAS

A gigante russa Kaspersky, uma das maiores empresas de antivírus do mundo, realizou um levantamento junto a seus clientes brasileiros. Segundo o estudo, 60% dos participantes temem ataques de hackers em seus computadores pessoais e 66% se dizem estressados por isso. O “estresse cibernético” é um mal ainda pouco estudado.

A fabricante de produtos de informática Acer parece ter encontrado uma saída para driblar a forte retração do setor de computadores pessoais. Neste ano, a companhia alcançou participação de mercado de 46% no setor de jogos eletrônicos, conhecido como mercado gamer, segundo dados da consultoria GfK.

A forte concorrência do mercado brasileiro de seguros estimulou o surgimento de novas modalidades de serviços. Exemplo disso é a decisão da BB Mapfre, que vai oferecer linhas de proteção para produtores rurais dedicados à piscicultura. Isso significa que criadores de tilápia e salmão, por exemplo, estarão com suas vendas garantidas mesmo se o clima não ajudar.

Conhecida por seus artigos esportivos, a italiana Diadora quer aumentar a presença no mercado brasileiro. O CEO mundial, Enrico Polegato, afirmou a seus principais executivos que a expansão das operações mundiais passa, obrigatoriamente, pelo fortalecimento dos negócios no Brasil.

 

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