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Estado de Minas

Receita portuguesa para a Azul

Nunca os brasileiros visitaram tanto terras portuguesas


postado em 07/06/2018 06:00 / atualizado em 07/06/2018 08:56

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A disputa das companhias aéreas na rota Brasil-Europa parece ignorar a disparada do dólar e do euro. Para não ficar para trás, a Azul Linhas Aéreas ampliará, a partir de dezembro, a sua frequência entre Brasil e Portugal. A companhia recebeu a aprovação das autoridades brasileiras e portuguesas para operar mais cinco voos semanais entre Campinas, no interior de São Paulo, e Lisboa. Graças às novas operações, a Azul contará, em alguns dias da semana, com dois voos diários para a capital portuguesa partindo de seu principal hub. Em dezembro, quando a nova linha estiver em operação de forma regular, a Azul terá 12 voos por semana ligando Brasil e Portugal. Nunca os brasileiros visitaram tanto terras portuguesas. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, foram 869 mil viajantes em 2017, alta recorde de 40% ante o ano anterior. Esses números explicam por que a Azul gastou tanta energia para ampliar suas frequências.

"É claro que uma companhia aérea tem de ser liderada por um homem, porque é um cargo cheio de desafios”


.Akbar Al Baker,
CEO da Qatar Airways, em uma conferência de imprensa na Austrália. A declaração recebeu uma enxurrada de críticas pelo conteúdo machista e pode causar transtornos à empresa: movimentos feministas prometem organizar boicotes no mundo inteiro

Os novos investimentos da Votorantim
A Votorantim Cimentos, uma das empresas do conglomerado industrial controlado pela família Ermírio de Moraes, está investindo R$ 42 milhões para aumentar a capacidade de sua fábrica em Nobres, no interior do Mato Grosso, voltada à produção de calcário agrícola. Além disso, irá melhorar os processos de suas unidades de cimento, que tiveram uma receita 11,4% maior no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2017, alcançando R$ 2,4 bilhões.
 
EMS se une à Bosch
O grupo farmacêutico EMS, o maior laboratório do Brasil, está se unindo à alemã Bosch para desenvolver o conceito de Indústria 4.0 nas fábricas brasileiras. A Bosch será responsável por modernizar o processo produtivo da companhia pelos próximos cinco anos. O contrato prevê o uso de novas tecnologias desde a entrada da matéria-prima até a saída do produto final. Na prática, toda a manutenção será informatizada, permitindo o registro dos serviços executados em tempo real.
 
A nova estratégia da Syngenta
A multinacional suíça Syngenta, adquirida há um ano pela gigante petroquímica chinesa ChemChina, irá aumentar seu investimento global em 8% em 2018, que chegará a US$ 1,4 bilhão. O Brasil, segundo maior mercado da companhia depois dos Estados Unidos, será uma das prioridades da nova estratégia. Não à toa, a Syngenta comprou em março a empresa mineira de tecnologia agrícola Strider. O mercado brasileiro já responde por 20% da receita global do grupo e a participação é crescente.

RAPIDINHAS
» A consultoria de gestão estratégica Thompson Management Horizons, especializada em redução de custos, está conquistando as empresas automobilísticas com fábricas no Brasil. Montadoras como Honda, Toyota, Peugeot, Renault, Massey Ferguson e Valtra fecharam contrato para que a consultoria ajude na redução de despesas operacionais.
 
» Segundo a empresa, a crise traz oportunidades. “Em momentos desafiadores, olhar para dentro e rever processos é essencial para melhorar o desempenho”, afirma Ronaldo Nuzzi, sócio fundador da Thompson e autor de livros como Os Seis Passos para Uma Venda de Sucesso.

» A multinacional francesa X-PM, líder global em gestão de transição, o chamado “transition management”, acaba de inaugurar a unidade brasileira. No Brasil, o conceito é pouco conhecido. “Trata-se de contar com um gestor, com expertises específicas, para momentos de transição ou missões críticas”, diz Ricardo Cereda, sócio-diretor da X-PM Brasil.
 
» A empresa mantém escritórios na Europa, China, Índia, Cingapura e Rússia. No Brasil, terá como foco principal soluções voltadas para as áreas de finanças e compliance. A ideia é apresentar soluções especialmente para fundos de private equity, mas empresas de outros segmentos também estão na mira do grupo.

US$ 1 trilhão

é a marca extraordinária que a Apple deverá atingir em valor de mercado nas próximas semanas, o que a tornará a primeira da história a alcançar o feito. No momento, a empresa da maça está avaliada em cerca de US$ 960 bilhões

 

 

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