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Estado de Minas

Novo escândalo de vazamento de dados exige regras mais duras contra as empresas

A dificuldade de transporte e a falta de diesel levaram muitas empresas a suspender as operações


postado em 06/06/2018 06:00 / atualizado em 06/06/2018 09:00

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Toda semana, uma nova denúncia. Desta vez, o jornal americano The New York Times revelou que o Facebook fez acordos com Apple, Amazon, Microsoft e Samsung para o compartilhamento de informações pessoais. O escândalo reforça a importância de regras mais duras contra as empresas. No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou há alguns dias o Projeto de Lei 4060/2012, que regula a questão. Falta agora o Senado fazer a sua parte e dar andamento ao processo. Segundo o texto, as companhias, os governos e qualquer entidade que se apropriar ou transferir dados sem o consentimento da pessoa serão punidos com multas. Para Danilo Doneda, professor do Instituto Brasileiro de Direito Público, a nova legislação levará a mudanças importantes. No ambiente corporativo, a maioria das empresas, diz ele, não está nem aí para a proteção de dados dos clientes. Elas tratam essas informações como propriedade privada e não se incomodam em passá-las adiante. Isso é grave e precisa acabar. 

"Os ciberataques são muito mais perigosos e letais do que a maioria das armas já inventadas pelo homem e têm potencial para gerar bilhões de dólares em prejuízos para empresas e governos” 

.Bill Clinton,
ex-presidente americano

1,31%

foi quanto caiu o preço dos imóveis residenciais de janeiro a maio, de acordo com o Índice FipeZap, que acompanha os dados de 20 cidades brasileiras

 

O impacto da greve na indústria de cana-de-açúcar

 

A greve dos caminhoneiros atingiu em cheio as usinas sucroalcooleiras. A dificuldade de transporte e a falta de diesel levaram muitas empresas a suspender as operações. Em Minas Gerais, foram 34 usinas paradas. No Paraná, três unidades reduziram as atividades. Em São Paulo, 10 usinas desligaram as máquinas. A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) estima que a normalização do processo produtivo levará algumas semanas.

O plano da Alitalia para decolar no Brasil
A companhia área italiana Alitalia, ex-estatal famosa pela operação deficitária, aumentará a operação no Brasil. Agora controlada pela holding Compagnia Aerea Italiana (CAI), dona de 51% de capital, e pela árabe Etihad, com 49%, a empresa ampliará os voos diretos de Roma a São Paulo e Rio de Janeiro, além de colocar na rota seus Boeing 777-300, os maiores da frota de 123 aeronaves. Atualmente, são onze voos semanais. A partir de setembro, serão dois diários.

Santander colhe os resultados do agronegócio
O banco Santander, que viu sua operação brasileira se tornar a maior do mundo em 2017, tem aproveitado a força do agronegócio. O banco saiu de uma carteira de crédito rural de R$ 6 bilhões em 2016, o equivalente a 2,3% do mercado, para R$ 12,9 bilhões em 2017, uma fatia 4,6%, de acordo com a Febraban. A meta é chegar a uma participação de 10%, com R$ 28 bilhões em crédito. Para isso, uma das iniciativas será ampliar a presença no segmento de seguro rural.

RAPIDINHAS
A gigante japonesa Mitsubishi ficou conhecida no Brasil como uma marca de automóveis, mas a empresa quer provar que é bem mais do que isso. A ideia é investir na diversificação de negócios no mercado brasileiro. Uma das apostas é a unidade de automação industrial, voltada a produtos de baixa tensão. 
 
Segundo a empresa, a unidade conta com um catálogo de mais de 5 mil itens. O objetivo, segundo Pedro Okuhara, executivo da divisão de automação industrial da Mitsubishi Electric, é conquistar espaço especialmente no setor da construção civil. Embora lenta, a retomada econômica deve ser um estímulo para as novas pretensões da companhia. 
 
A plataforma digital Doctoralia, que conecta pacientes a médicos, irá oferecer atendimento gratuito a mulheres durante o mês de junho. A estratégia tem a missão de consolidar a marca no mercado brasileiro e ampliar a base de clientes. Esta será a primeira campanha voltada ao público feminino.

Um estudo realizado pela empresa, feito a pedido do CEO Carlos Eduardo Spezin, trouxe resultados interessantes. Segundo o levantamento, 95% das mulheres afirmaram que, com a facilidade de uso da internet e o livre acesso a informações, o tabu sobre a saúde sexual não existe mais.

 

 

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