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Estado de Minas

Na Renner, roupa sustentável reduz desperdício


postado em 28/05/2018 12:00 / atualizado em 28/05/2018 08:21

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A Renner decidiu acelerar a expansão dos negócios ligados à sustentabilidade. A previsão de José Galló, presidente da companhia, é chegar a 10 milhões de peças sustentáveis vendidas neste ano, contra 3 milhões em 2017. O trabalho, feito com o apoio da Universidade de São Paulo, começou a ser desenvolvido há cinco anos. Atualmente, todos os cerca de 320 fornecedores ativos trabalham dentro da nova forma de produção de roupas, auxiliados por 12 engenheiros da Renner que acompanham o processo. Uma das melhorias foi no aproveitamento do tecido usado para fazer o jeans. Antes, o desperdício era de 20% para cada calça confeccionada. Agora, com a técnica de reaproveitamento das sobras transformadas em fios e reprocessadas, o número já está em 15%. O custo de produção, segundo Galló, é o mesmo do sistema tradicional e os preços da coleção sustentável também não mudam. Até 2021, a companhia se comprometeu a chegar a 80% dos produtos feitos com matérias-primas e processos menos impactantes.

Uma coincidência de R$ 500 milhões
No mesmo dia em que o Ministério dos Transportes anunciou investimentos de R$ 500 milhões para a melhoria de infraestrutura de Foz do Iguaçu (PR), a rede hoteleira Mabu divulgou aportes do mesmo
valor em seus dois empreendimentos na cidade das cataratas: o My Mabu e o parque aquático Blue Park. Apesar dos valores idênticos e dos anúncios terem sido feitos no mesmo dia, os envolvidos garantem que se trata de mera coincidência.

Amgen acelera investimentos em biotecnologia
O laboratório americano Amgen, especializado em biotecnologia, vai aumentar seus investimentos no Brasil. O mercado local, que movimenta US$ 1 bilhão por ano, tem cinco medicamentos da empresa em circulação e receberá outros sete em 2019, segundo o CEO Mauro Loch. A companhia investe uma média de R$ 40 milhões por ano em pesquisa clínica e, desde 2015, vem crescendo a uma velocidade média anual de 30%.

“Elon Musk está completamente errado sobre inteligência artificial. Elon está errado porque não entende que os benefícios dessa tecnologia podem tornar todos os seres humanos melhores”

>: Eric Schmidt,CEO da Alphabet (holding que controla o Google), criticando o fundador da Tesla


Vendas de passagens para a Copa disparam
Apesar do desânimo do brasileiro com a Copa, sentimento captado em pesquisas recentes, o evento vem gerando bons negócios. Segundo a agência ViajaNet, as vendas de passagens aéreas do Brasil para a Rússia se multiplicaram por seis vezes de janeiro até agora. Quase a metade dos bilhetes para Moscou (na foto, o Estádio Spartak)  foi comprada em março. “Muitas companhias tiveram de abrir novos voos, justamente para atender à demanda de viagens para o torneio”, diz Gustavo Mariotto, executivo da ViajaNet.

RAPIDINHAS

 A retomada do setor automotivo gera efeitos positivos em diversas atividades. No primeiro trimestre, o Itaú Unibanco atingiu o patamar de R$ 3,2 bilhões em concessão de crédito para o financiamento de veículos. O número é 38,4% superior ao valor emprestado no mesmo período do ano passado.

Outra demanda em crescimento acelerado é o financiamento de serviços e acessórios, nova modalidade criada após o banco identificar a demanda dos consumidores por esse tipo de crédito. Lançado no ano passado, a contratação
no primeiro trimestre aumentou seis vezes na comparação com o mesmo
período de 2017.

A disparada do dólar está tirando o sono das maiores agências de turismo do Brasil. O Hotel Urbano, agência on-line de viagens que lidera o segmento digital, adotou uma estratégia arriscada: oferecer pacotes a preço fixo, com a cotação do dólar fixada em R$ 3,20 e euro em R$ 3,85.

No caso da moeda americana, a diferença de cerca de R$ 0,50 por dólar será bancada pela empresa e parceiros. “Nossa iniciativa busca ajudar os brasileiros a planejar a viagem ao exterior nos próximos meses, sem juros e sem incertezas, em parcelas fixas e em reais”, afirma Antônio Gomes, cofundador do Hotel Urbano


US$ 539 milhões
é quanto a Samsung deverá pagar à Apple por ter “copiado”
recursos e elementos de design dos celulares da empresa da maça.
A sentença foi proferida pela Justiça americana.

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