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Estado de Minas

Greve dos caminhoneiros derruba faturamento dos e-commerces em até 49%

O setor é totalmente dependente da logística rodoviária para a entrega de seus pedidos. Segundo apurou o site E-Commerce Brasil, a queda no faturamento chega a 49%


postado em 25/05/2018 12:06 / atualizado em 25/05/2018 12:11

A mobilização dos caminhoneiros por todo o Brasil, que teve início na segunda-feira (21), tem gerado problemas logísticos para diversos setores do mercado brasileiro. O mais noticiado deles é a falta de combustíveis nos postos, ocasionando filas e preços abusivos nas bombas que ainda têm disponibilidade.

Porém, outro setor bastante afetado pela greve é o e-commerce. Totalmente dependente da logística rodoviária para a entrega de seus pedidos, o setor tem sentido na pele o receio dos compradores. Com medo de não receberem seus produtos, eles têm evitado comprar nos últimos dias. Segundo apurou o site E-Commerce Brasil, a queda no faturamento chega a 49%.

A situação tem levado e-commerces e agências a mudarem suas estratégias visando diminuir e até mesmo neutralizar por completo o impacto da mobilização. "Estamos trabalhando junto aos e-commerces com estratégias onde as promoções e os benefícios são atrativos mesmo com um prazo de entrega maior, para garantir que todos recebam seus produtos e ainda aproveitem os melhores preços. Também reforçamos a comunicação nesse sentido, para garantir que o cliente permaneça satisfeito e mantenha a confiança nos e-commerces que atendemos", comentou André Palis, sócio-fundador e diretor comercial da Raccoon Digital Marketing, eleita pelo Google a melhor agência da América Latina em Shopping e Search Innovation no último ano.

O principal objetivo para a agência e seus clientes é manter as metas de crescimento do ano, utilizando-se de ferramentas de Business Intelligence e estratégias de segmentação avançadas para burlar os desafios logísticos apresentados nos últimos dias. A próxima aposta é o Dia dos Namorados.

Ainda assim o Ebit, referência em informações e inteligência sobre o mercado de comércio eletrônico no país, já prevê uma retração na expectativa de crescimento do mercado brasileiro. A expectativa de crescimento, que era de 20,7%, caiu para 13,3%, uma perda estimada em R$280 milhões.

A chave, agora, é inovar nas estratégias digitais nos próximos meses para recuperar o que foi perdido durante a paralisação. Isso exigirá, além de criatividade, muita tecnologia e inteligência de dados na execução


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