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Estado de Minas

Moreira Franco faz novo apelo pela votação da reforma em 20 de fevereiro


postado em 06/02/2018 12:48

Brasília, 06 - Em mais uma investida do governo pela reforma da Previdência, o ministro-chefe da Secretaria Geral, Moreira Franco, publicou novo vídeo nas redes sociais defendendo as mudanças nas regras de aposentadoria, pedindo que a proposta seja aprovada dia 20 de fevereiro no Congresso. Ele lembra que esse problema que já afetou outros países, já está presente em vários estados brasileiros, como Rio de Janeiro.

"Sem a reforma da Previdência, o pagamento de aposentadorias, pensões e benefícios está ameaçado", escreveu Moreira em seu Twitter, citando que, em Portugal, na Espanha e na Grécia, "a Previdência já quebrou por excesso de privilégios" e que eles, primeiro suspenderam os pagamentos e depois baixaram os benefícios.

Segundo o ministro, "se não acabarmos com os privilégios, o Brasil vai quebrar" e pede "Reforma já!".

No vídeo, de pouco menos de um minuto, Moreira Franco afirma que nestes três países a previdência quebrou "porque não fizeram a reforma a tempo". Em seguida, cita os problemas que já estão sendo enfrentados pelo Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros Estados, que "já enfrentam dificuldades para pagar os salários e as aposentadorias dos servidores públicos".

Para o ministro, "o Brasil não pode seguir esse caminho". Em seguida, faz um apelo: "No dia 20 de fevereiro, vamos aprovar a reforma da Previdência. É bom para o Brasil e é bom para você."

O governo quer aproveitar a semana seguinte ao carnaval para aprovar a reforma da Previdência, de preferência em primeiro e em segundo turno, na Câmara para, logo depois, tentar aprovação no Senado. No entanto, ainda não tem os 308 votos necessários.

Nesta terça-feira, o ministro-chefe Secretaria de Governo, Carlos Marun, foi mais otimista em relação aos números, ampliando a conta de votos favoráveis. De acordo com Marun, o governo já dispõe de 270 votos, faltando apenas cerca de 40 para conseguir fechar a conta e aprovar o texto na Câmara. A conta anterior é que dispunham de apenas 240 votos.

(Tânia Monteiro)

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