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Estado de Minas

Reformas mostram que Brasil está mudando e é o 'país do presente', diz Meirelles


postado em 30/01/2018 13:00

Rio Verde, 30 - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta terça-feira, 30, que as reformas econômicas feitas no País recentemente mostram que "o Brasil está mudando". Ele também rebateu, com ironia, as críticas feitas de que a nação é sempre considerada eternamente um País do futuro.

"O Brasil, durante muitos, anos era um pouco ironizado no exterior. As pessoas diziam que Brasil é país do futuro e que sempre vai ser", disse Meirelles. "Mas estamos mostrando que o Brasil está mudando e é o País do presente", completou, durante evento em Rio Verde, em Goiás, onde o Banco do Brasil (BB) anunciou a liberação de R$ 12,5 bilhões em pré-custeio para o financiamento da aquisição antecipada de insumos para a safra 2018/2019.

O ministro iniciou o discurso após o colega Blairo Maggi, da Agricultura, e repetiu que o setor foi o "motor" que ajudou o País a sair da crise de 2015 e 2016 com a ajuda do Banco do Brasil, "sinônimo do agronegócio, pois está presente onde se produz e trabalha".

Recessão

Para Meirelles, a recessão até 2016 foi a maior da história do País e "todos sofremos isso", maior até do que a enfrentada no Brasil em 1929 pela grande depressão nos Estados Unidos. "Essa crise foi construída aqui no Brasil e nós enfrentamos. O Brasil cresceu em 2017 e vai crescer forte em 2018 a uma taxa sólida, mantendo inflação baixa", afirmou.

Inflação

O ministro da Fazenda classificou a inflação como a "menor da história do Brasil" e isso, segundo ele, aumenta a capacidade da população e consumir.

Reforma da Previdência

Para concluir, Meirelles fez uma defesa enfática da reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados, citou países que tiveram que adotar medidas drásticas, como o corte de benefícios, sem as mudanças.

"A reforma da Previdência está sendo feita para assegurar que todos recebam aposentadoria. E estamos criando as bases para que País de fato não seja apenas o do futuro, mas do presente", concluiu Meirelles.

(Gustavo Porto, enviado especial)

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