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Estado de Minas

Ataques virtuais assustam empresas e bancos


postado em 17/01/2018 12:00 / atualizado em 17/01/2018 08:07

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Parece que o vazamento de dados de clientes está virando rotina no Brasil. Ontem, pela segunda vez em menos de três meses, mais de 1 milhão de informações de clientes da Netshoes circularam livremente na internet – e isso depois de toda a indignação que o episódio anterior gerou e após a empresa garantir que o problema não se repetiria. Entre as informações divulgadas estão nome completo, número de CPF, valor gasto, data da última compra e data de nascimento. Detalhe assustador: a partir desses dados, é possível que golpistas até falsifiquem documentos. Segundo o executivo de uma grande empresa russa de segurança virtual recém-chegada ao mercado brasileiro, 2018 será o ano dos ataques às redes de e-commerce. “Não só as lojas, mas os bancos serão os alvos”, afirma. A situação é tão grave que algumas instituições financeiras estão em busca de hackers que as ajudem a se defender dos ataques virtuais.

Para banco japonês, PIB brasileiro vem mais forte
O banco japonês Mitsubishi UFJ Financial Group, parte da holding Tokyo-Mitsubishi, enxerga um horizonte positivo para a economia brasileira. Em relatório, a instituição calcula que o Brasil tenha crescido 0,5% no quarto trimestre do ano passado contra o período anterior, e fechado o ano com expansão de 1,1% no PIB. O IBGE vai anunciar o resultado em março. Segundo o banco, os principais fatores para a recuperação são a redução da taxa de juros e a melhoria gradual dos índices de emprego.

O plano global da grife Martha Medeiros
A rede de varejo de luxo Martha Medeiros, que leva o nome de sua fundadora, quer se firmar como uma das poucas marcas de roupas de luxo genuinamente brasileiras no mercado internacional. Depois de inaugurar, no ano passado, uma loja em Los Angeles, a rede planeja abrir unidades em Nova York. Atualmente, está em 35 países, mas sempre em locais multimarcas. A marca ganhou visibilidade ao aparecer em celebridades de Hollywood, como Jessica Alba, Sofia Vergara e Beyoncé.

Carros compartilhados preocupam locadoras
Em tempos de grandes negócios no mercado de locação de veículos, uma nova modalidade está tirando o sono das grandes empresas: o compartilhamento de automóveis particulares. Aplicativos como Fleety e Moobie quadruplicaram de tamanho em 2017, criando uma espécie de Uber da locação. O segmento é tão promissor que o Moobie fechou recentemente um acordo com a seguradora SulAmérica para cobrir eventuais danos ao veículo durante o período do “empréstimo”.

R$ 6 bilhões
Foi quanto o governo recuperou ao periciar benefícios irregulares pagos pelo INSS

"Se Lula concorrer, é melhor rasgar a Lei Ficha Limpa"

Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados

RAPIDINHAS

A popularização da microgeração de energia solar no Brasil estimula o surgimento de novos negócios. Primeira a atuar nesse setor, a Blue Sol Energia Solar está acelerando sua expansão por meio de uma rede de franquias. Atualmente, são 10 em funcionamento. Segundo o sócio-diretor Nelson Colaferro, há outros 10 contratos fechados

A produção de laranja, sacrificada pela crise dos últimos anos, começa a respirar aliviada. Os seis primeiros meses da safra 2017-2018 terminaram com altas expressivas nos embarques de suco: 584.590 toneladas, um aumento de 23% ante o mesmo período da safra anterior. Em receitas, a alta foi de 26%, ou US$ 1,1 bilhão.

O Ministério da Agricultura vai à Câmara de Comércio Exterior (Camex) pedir o fim da sobretaxa de 20% cobrada sobre o etanol importado. A informação foi confirmada pelo ministro Blairo Maggi.

A App Store deverá atingir uma marca história em 2018. Com previsão de receitas em torno de US$ 40 bilhões, a loja de aplicativos da Apple vai ultrapassar pela primeira vez as bilheterias globais da indústria cinematográfica. Ruim para os cinemas, que já enfrentam a concorrência acirrada dos serviços de streaming.

 

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