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Estado de Minas

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18/04/2021 04:00 - atualizado 14/04/2021 15:23

Chá verde na rotina de beleza?!

(foto: Pixabay)
(foto: Pixabay)
O chá verde tem propriedades terapêuticas que são ótimas aliadas do organismo. De acordo com a dermatologista especialista em cosmiatria Luciana Garbelini, o insumo apresenta, também, propriedades cosméticas que beneficiam a beleza e saúde da pele. Para saber como e por que incluir esse ativo na rotina de cuidados, a especialista responde dúvidas. Confira!

3 1- Como o chá verde age em benefício da pele?
O chá verde conta com um composto bioativo chamado de flavonoide, quando ingerido ou aplicado na pele, ele reduz danos pela exposição aos raios ultravioleta. Outras substâncias contidas no chá verde repelem bactérias causadoras de espinhas e agem sobre as estruturas da pele, melhorando a elasticidade, descamação e aspereza.

3 2- Como usar o chá verde a favor da pele?
Compressas: mergulhe três colheres de chá verde em meio litro de água quente e deixe na geladeira. Umedeça algodões no chá gelado e coloque sobre os olhos por 15 minutos.
Máscaras faciais: ajudam a hidratar e trazem luminosidade da pele de volta. Outros benefícios são o auxílio na desintoxicação das células, limpeza e redução da oleosidade. Pode ser aplicada pelo menos uma vez por semana.
Chá: a ingestão faz com que a pele seja tratada de dentro para fora, melhorando a elasticidade e suavizando rugas. A ação dos flavonoides melhora o fluxo sanguíneo e facilita o transporte de oxigênio e nutrientes para a derme.

3 3- O chá verde ajuda a tratar qualquer tipo de pele?
Sim. Porém, ele é mais eficaz em peles oleosas ou mistas, porque seus nutrientes e compostos aliviam o incômodo causado pela acne e diminuem os poros, equilibrando a oleosidade da pele.

Goiaba: sabor e saúde na mesa!

(foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo/Divulgação)
(foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo/Divulgação)
A goiaba pode ser consumida como vitamina, geleia, suco, compota e in natura. “A goiaba é rica em carotenos, licopenos e carboidratos de baixo índice glicêmico. A união desses nutrientes reforça características nutracêuticas, com diversas propriedades medicinais, como ação anti-inflamatória”, explica Denise Baldan, nutricionista da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Ela destaca outras características: “A goiaba é rica em fibras, o que aumenta a saciedade, facilita o trânsito intestinal e mantém a glicemia controlada. É importante frisar que o ideal é combinar a fruta com fontes de gordura de qualidade ou de proteína”, informa, destacando que a fruta é fonte de antioxidantes e vitaminas A e C, que ajudam a manter a saúde e o viço da pele. “Outro nutriente da goiaba é o potássio, que é bom para a saúde do coração, pois ajuda na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol. A goiaba é excelente para uma vida mais saudável.”

Dentro ou fora da geladeira?

(foto: Pixabay )
(foto: Pixabay )
Muitos alimentos são guardados na geladeira para conservação. Aqueles que, em temperatura ambiente, têm maior proliferação de bactérias e que são perecíveis, como leites e derivados, carnes e ovos, devem sempre ser mantidos sob refrigeração. Já verduras, frutas e legumes vão depender de características individuais. Alguns hortifrutis como cebola, alho, banana, melão e maçãs não precisam ser deixados sob baixa temperatura. O mesmo vale para mel, açúcar, café e pães. Segundo a supervisora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, assim como há alguns alimentos que não devemos guardar na geladeira, há outros que não devem ser congelados, pois podem ficar murchos e sem sabor, pois esse processo retira o calor do alimento e isola a água contida nele em forma de cristais de gelo, diminuindo o desenvolvimento dos microrganismos. Para quem quer congelar um alimento já temperado, a dica é reduzir a quantidade de tempero, pois o processo pode acentuar o sabor e reduzir o tempo de cozimento para que, ao serem reaquecidos, fiquem no ponto certo. Alimentos prontos como carnes fritas e macarrão não devem ser congelados.

Gordura no fígado

A esteatose hepática, chamada de “gordura no fígado” está associada a fatores de risco como diabetes tipo 2, obesidade, síndrome metabólica e dislipidemias, causadas por elevados níveis de gordura no sangue. Também está associada ao uso de anabolizantes ou exposição a produtos químicos nocivos ao órgão. De acordo com Raphael di Paula, cirurgião oncológico e coordenador do grupo de Fígado, Pâncreas e Vias Biliares do Centro Especializado em Aparelho Digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, pessoas não consideradas obesas ou com sobrepeso pelo índice de massa corpórea também podem estar acometidas sem saber. De acordo com ele, a esteatose se apresenta em três estágios: leve, moderada ou grave. Nos casos graves, o paciente pode apresentar uma esteato-hepatite que, se não tratada, tem chance de evoluir para uma cirrose hepática ou câncer no fígado. O tratamento da doença é feito com mudanças no estilo de vida do paciente, baseado em uma dieta mais saudável, evitando-se a ingestão de alimentos processados.

Pensamento acelerado?

O isolamento social provocado pela COVID-19 afeta o emocional de muita gente e pode acarretar problemas ou fazer com que surjam doenças mentais. Uma delas é a síndrome do pensamento acelerado. “A mente fica repleta de pensamentos e dificulta a concentração e aumenta a ansiedade”, explica a psicóloga e psicopedagoga Roneida Gontijo. A situação pode acontecer com pessoas que se desligam, inclusive, do universo on-line ou aquelas que estão sob pressão em casa ou no trabalho. O diagnóstico deve ser feito por um psicólogo, para determinar a melhor forma de tratamento. “Orientamos o paciente a adaptar os hábitos de vida, como fazer pausas, praticar atividade física ou incluir pequenos momentos para ouvir música ou ler um livro. Isso evitará que ele fique com a mente cheia de preocupações.” Em alguns casos, é preciso aliar o tratamento terapêutico com o psiquiátrico.


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