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Estado de Minas O FATO EM FOCO

Socorro médico: a corrida contra o tempo quando falta diagnóstico

Parentes de homem que morreu de infecção generalizada após sofrer um corte na mão acreditam que ele poderia ter sido salvo pela Justiça, mas faltou informação


23/07/2021 07:16

Carlos dos Santos Carvalho (camisa azul) acabou morrendo; seu primo Bruno (de boné) acredita que a vítima poderia ter sido salva(foto: Arquivo pessoal)
Carlos dos Santos Carvalho (camisa azul) acabou morrendo; seu primo Bruno (de boné) acredita que a vítima poderia ter sido salva (foto: Arquivo pessoal)
A dor ainda é grande para a família, que acredita que poderia ter feito mais para evitar o fim que ninguém deseja. Parentes de um homem de 45 anos que morreu em junho deste ano, não se conformam. Eles  contam que Carlos dos Santos Carvalho sofreu um corte na mão e foi levado a UPA leste, em Belo Horizonte.

No primeiro dia ele recebeu atendimento e voltou para casa. Quando retornou no dia seguinte o local da ferida estava inchado. De acordo com a família ele então foi novamente atendido e ficou internado na unidade de saúde por  vários dias,  sem ter um diagnóstico para tratamento do que teria provocado a infecção. Ele necessitava de um hospital para os exames mais completos. 

Segundo o primo, Bruno Carvalho, somente após a justiça ser acionada é que o paciente conseguiu a vaga.  Ficou a dúvida: a vida dele poderia ter sido salva se o homem fosse transferido  rapidamente? Houve falha na unidade de saúde,  onde o tratamento era feito sem um  diagnóstico preciso?

Na entrevista de O Fato em Foco desta sexta feira você vai conhecer o drama vivido por essa família, e saber o que a Justiça pode fazer para ajudar os envolvidos  em casos assim. A advogada Kátia Rocha, especialista em Gestão da Saúde explica. Veja no vídeo! Comente, compartilhe, envie sua sugestão de entrevista. Se inscreva no nosso canal!

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