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"Choro pro Zé", de Guinga e Aldir Blanc, inspira compositor mineiro

"Lamento solidão", primeiro single com clipe do novo disco de Haroldo Bontempo será lançado nesta quarta-feira (8/12)


07/12/2021 04:00

Haroldo Bontempo de terno sentado num sofá, de olhos fechados
(foto: Rafa Chernicharo/Divulgação)
Haroldo Bontempo marcou para esta quarta-feira (8/12) o lançamento de “Lamento solidão”, o primeiro single com clipe do segundo disco da carreira solo do cantor. "É uma bossa nova composta originalmente pelo Lucca Noacco. Eu fiz a letra e cantei em dueto com a Mari Cavanellas. Tudo com um clipe com dança contemporânea", diz ele. Haroldo conta que a decisão de Mari cantar foi de última hora. "Já estava agendado de ela ir ao estúdio gravar outra música comigo, chamada ‘Brasil, 17h’. Um dia antes, ouvindo a guia da minha voz, eu pensei em fazer um dueto misto, um homem e uma mulher lamentando a solidão, para tornar a música mais universal. A estrutura da música foi inspirada em ‘Choro pro Zé’, de Guinga e Aldir Blanc, que tem um vocal e depois dela um saxofone repete a mesma melodia. É muito linda!"

NO PALÁCIO DAS ARTES
O NOME DELA É GAL

Antes mesmo que as cortinas do Palácio das Artes fossem abertas, a reação do público aos primeiros acordes de “Ponta de areia” mostrava que aquela noite seria, no mínimo, muito emocionante. Com Gal em cena, na abertura do show “Todas as pontas de um estrela”, na noite do último domingo (5/12), a cantora baiana foi aplaudida de pé pelo público, que esgotou os ingressos.

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Entre uma canção e outra, ao longo das 24 do repertório, incluindo uma homenagem a Milton Nascimento, o público se derretia pela baiana aos gritos de "linda", “maravilhosa". Ao ouvir um "eu te amo", ela respondeu: "Quando canto fico plena de amor". Gal fez poucas intervenções. Após “Estrada do sol”, lembrou a atualidade da música. "Dolores (Duran) gravou nos anos 50, eu nos anos 70, Bituca nos anos 90, mas parece que foi escrita hoje. Poder sair de casa, devagarinho, de mãos dadas, de máscara para ver o sol", foi aplaudida. "Viva Bituca! Viva Minas Gerais!", disse a cantora

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“Dom de iludir” foi uma das interpretações mais primorosas de Gal, mas foi em “Maria, Maria” que aquele clima de emoção, que estava presente antes mesmo da abertura das cortinas, explodiu. Os versos de Milton Nascimento, que dizem que "é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre", mostraram a atualidade da música. Em um país sofrido como o Brasil, é preciso ter esperança. E como um desabafo coletivo, o público que lotou o teatro gritou “Fora, Bolsonaro”. A mesma reação veio ao fim da apresentação, após “Brasil”, canção de Cazuza que Gal confessou tentar tirar dos shows, mas, infelizmente, segundo ela, o Brasil não está deixando. "Vamos cantar para exorcizar." 

NO PARQUE
CANÇÕES DO CLUBE

Músicas do Clube da Esquina estarão no repertório do próximo concerto presencial da Orquestra Ouro Preto, que revisita canções consagradas de Fernando Brant e Milton Nascimento. O show, patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, ocorre no próximo sábado (11/12), às 11h, no Parque do Mangabeiras, em Belo Horizonte. O concerto será em formato híbrido, com público presencial e transmissão ao vivo no canal da Orquestra no YouTube. Os ingressos são gratuitos, limitados, e devem ser retirados no site Sympla.

AML
HOMENAGEM A ESCRITORAS

Rogério Faria Tavares, Isabel Almeida e Rui Nuno de Almeida, de pé, lado a lado, em frente à AML
O presidente da Academia Mineira de Letras, Rogério Faria Tavares, ao lado de Isabel Almeida e do cônsul de Portugal em BH, Rui Nuno de Almeida (foto: Guto Cortes/Divulgação)

Os 112 anos da Academia Mineira de Letras foram marcados com o lançamento de um número especial da Revista Literária. A publicação tem mais de 600 páginas, capa feita pelo acadêmico Márcio Sampaio e texto da “orelha” escrito por Arnaldo Saraiva, professor emérito da Universidade do Porto. Ela traz um dossiê organizado por Constância Lima Duarte e por Rogério Faria Tavares sobre 27 escritoras mineiras, entre as quais Ana Maria Gonçalves, Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo, Laís Correa de Araújo e Lúcia Machado de Almeida. O volume também está integralmente disponível, em sua versão digital no site da AML, bem como todos os outros 79 números da revista.

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